sábado, março 05, 2011

Carnaval do Rio 2011: Momentos de festa e erotismo popular






quinta-feira, março 03, 2011

Republic of Angola: Culture & Arts

Culture & Arts of Angola

culture_arte_of_angola_MskChkwe The sculpture known as Thinker is one of the most beautiful pieces of the Chokwe origin and represents all Angolans by symbolizing its national culture. The statue is seen bending down with both legs crossed and its hands placed on its head, which symbolizes the human thought. The Thinker is a charming piece that really leaves the audience thinking. The piece is also represented as the protector of the village of Chokwe and puts everybody in good-spirit. The statue can be seen as a man or a woman but however seen, it represent a strong sense of wisdom and knowledge and is seen with great respect. The Thinker is one of the oldest and well-known artifacts in Angola.

The cultural origins of Angola are tied to the traditions of the central Bantu peoples and the ancient kingdom of Kongo. Located on the southwestern coast of Africa, Angola became a key colony in the growing Portuguese empire after 1500, but for most of the years of its domination Portugal exerted little cultural influence, content to control the slave trade from forts along the coast. Only after the mid-19th century did Portugal seek control of the entire territory, thus spawning a resistance that inspired much art and literature. Angola's struggle for independence was long and violent, and life in the independent nation has also been marred by intense civil war. Such disorder has obstructed the development of Bantu customs and also destroyed the more Portuguese traditions of the coastal cities.

The largest ethnolinguistic groups in Angola have distinct cultural profiles as well as different political loyalties. Most numerous are the Ovimbundu , who are located in the central and southern areas and speak Umbundu . The Mbundu are concentrated in the capital, Luanda, and in the central and northern areas and speak Kimbundu .

The Bakongo speak variants of the Kikongo language and also live in the north, spanning the borders with Congo and the Congo Republic. Other important groups include the Lunda, Chokwe, and Nganguela peoples, whose settlements are in the east. A small but important minority of mesticos (Portuguese-Africans) live in larger cities, especially Luanda. Before 1975, Angola had one of the largest white minorities in Africa, many of whom had never seen Portugal, but most left at the threat of independence. Portuguese is the country's official language, and the majority of Angolans are Roman Catholics. There are also smaller numbers of Protestants and people who practice traditional religions exclusively, though many Angolans combine some traditional beliefs with their Christianity.
The traditional arts of Angola have played an important part in cultural rituals marking such passages as birth or death, childhood to adulthood, and the harvest and hunting seasons. In producing masks and other items from bronze, ivory, wood, malachite, or ceramics, each ethnolinguistic group has distinct styles. For example, the ritual masks created by the Lunda-Chokwe represent such figures from their mythology as Princess Lweji and Prince Tschibinda-Ilunga.

The use of these ceremonial masks is always accompanied with music and storytelling, both of which have developed in important ways. Angolans' literary roots in the oral tradition were overlaid during the 19th century with the writings of Portuguese-educated Portuguese-Africans in the cities.

Literature helped to focus anticolonial resistance and played an important role in the independence struggle.Angola's most famous poet, Antonio Agostinho Neto, was the leader of an important political movement. His works centered around themes of freedom and have been translated into many languages. Post-independence literature, however, has been limited by censorship and ongoing political strife.

Many buildings in Angola record the cultural contributions of the Portuguese. Some of the earliest landmarks are churches in the far north that served as bases for missionaries to the Kongo kingdom. One fine example of many is the Church of Se in the city of Mbanza Kongo.

The later construction of many coastal forts corresponds to the area's growing slave trade. Fort Sao Miguel in Luanda, built at the turn of the 17th century, is the most famous of these. This massive fort was for many years a self-contained town protected by thick walls encrusted with cannons. The fort served as slave depot, administrative center, and residence for the Portuguese community. The Cathedral of Luanda, completed in 1628, is another impressive monument in the capital. Virtually every coastal city has a set of historic buildings that are broadly similar. The Church of Sao Tiago in the town of Namibe, for example, was built during the 19th century in a style very reminiscent of the 16th-century churches in more northern towns.

** Mask, Chokwe; D.R.C. Congo/Angola
Pwo signifies womanhood and an elder ancestral female associated with fertility.

quarta-feira, março 02, 2011

FACEBOOK - Comunidade Angolana no mundo * Angolans in the World (www.facebook.com/angolanos.no.mundo)

Comunidade Angolana no mundo * Angolans in the World
RECORDAR É VIVER - Música angolana di grande qualidade. Viva o Mwangolé!
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Música: David Zé - O guerrilheiro (facebook.com/angolanos.no.mundo)
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domingo, fevereiro 27, 2011

Cinema/Hollywood: "O Discurso do Rei" lidera corrida aos Óscares 2011 com 12 nomeações

oscar_2011_noite_dos_oscares_2011_filmes_do_ano_hollywood Luanda - O filme "O Discurso do Rei", de Tom Hooper e com Colin Firth, lidera a 83.ª edição dos Óscares com 12 nomeações, anunciou hoje a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos.

"O Discurso do Rei", que se estreia em Portugal a 10 de fevereiro, está nomeado nas principais categorias, como melhor realização, filme, ator principal - Colin Firth -, atores secundários - Helena Bonhan-Carter e Geoffrey Rush - e fotografia.

Na categoria de melhor filme estão também nomeados "O Cisne Negro", "The Fighter", "A Origem", "Os Míudos estão Bem", "127 Horas", "A Rede Social", "Toy Story 3", "Indomável" e "Winter´s Bone".

Fique a conhecer os nomeados

Melhor Filme:
Black Swan, The Fighter, A Origem, Os Miúdos Estão Bem, O Discurso do Rei, 127 Hours, A Rede Social, Toy Story 3, True Grit, Winter’s Bone

Melhor Actriz:
Annette Bening, Nicole Kidman, Jennifer Lawrence, Natalie Portman, Michelle Williams

Melhor Actor:
Javier Bardem, Colin Firth, James Franco, Jesse Eisenberg e  Jeff Bridges

Melhor Actor Secundário:
Christian Bale, John Hawkes, Jeremy Renner, Mark Ruffalo, Geoffrey Rush:

Melhor Actriz Secundária:
Amy Adams, Helena Bonham-Carter, Melissa Leo, Hailee Steinfeld, Jacki Weaver

Melhor Realizador:
Darren Aronofsky, David O. Russell, Tom Hooper, David Fincher, Joel & Ethan Coen,

Argumento Original:
"Another Year," "The Fighter," "A Origem," "Os Miúdos Estão Bem," "O Discurso do Rei."

Melhor Argumento Adaptado:
"127 Hours," "A Rede Social", "Toy Story 3," "True Grit," "Winter's Bone."

Melhor Filme Estrangeiro:
"Biutiful," "Dogtooth," "In a Better World," "Incendies," "Outside the Law."

Melhor Filme de Animação:
"Toy Story 3," "How to Train Your Dragon," "The Illusionist."

 

EIS ALGUNS TRAILERS

O discurso do rei

 

Inception

Com Lusa e Agências

Naomi Klein/EUA: Doutrina de choque aplicada a Wisconsin, por Paul Krugman

paul krugman doutrina de choc nos estados unidos Eis uma ideia: talvez Madison, Wisconsin, afinal não seja o Cairo. Talvez seja Bagdá -- especificamente, Bagdá em 2003, quando o governo Bush colocou o Iraque sob o controle de subordinados selecionados por sua lealdade e confiabilidade política, e não pela experiência e competência.

Como muitos leitores talvez recordem, os resultados foram espetaculares -- no mau sentido. Em lugar de concentrarem suas atenções nos problemas urgentes de uma economia e sociedade dilaceradas, que não demorariam a decair a uma sangrenta guerra civil, os indicados de Bush tinham a obsessão de impor uma visão ideológica conservadora. De fato, com os saqueadores ainda no controle das ruas de Bagdá, L. Paul Bremer, o vice-rei norte-americano no Iraque, declarou em entrevista ao jornal "Washington Post" que uma de suas maiores prioridades era "corporatizar e privatizar empresas estatais" -- nas palavras de Bremer, não do repórter- e "ensinar as pessoas a deixar de lado a ideia de que o Estado sustenta tudo".

A história da Autoridade Provisória da Coalizão e sua obsessão por privatizações serviu como peça central a "The Shock Doctrine", um best seller de Naomi Klein, e a autora argumentava no livro que a situação era parte de num padrão mais amplo. Desde o Chile nos anos 70, ela sugeria, ideólogos de direita vêm explorando crises para promover uma agenda que nada tem a ver com a solução dos problemas, e tudo com a imposição de sua visão quanto a uma sociedade mais áspera, mais desigual e menos democrática.

O que nos conduz a Wisconsin em 2011, onde a doutrina do choque está sendo usada em sua plenitude.

Nas últimas semanas, o Wisconsin vem sendo cenário de grandes manifestações contra a proposta orçamentária do governador, que negaria aos funcionários públicos estaduais o direito de negociar salários e contratos de trabalho coletivamente. O governador Scott Walker alega que precisa aprovar seu projeto para poder enfrentar os problemas fiscais do Estado. Mas seu ataque aos sindicatos nada tem a ver com o orçamento. Na verdade, os sindicatos já indicaram que estão dispostos a realizar concessões financeiras substanciais -- uma oferta que o governador rejeitou.

O que está acontecendo no Wisconsin é, na verdade, uma manobra de força -- uma tentativa de explorar a crise fiscal a fim de destruir o último grande contrapeso ao poder político das grandes empresas e dos norte-americanos ricos. E essa campanha vai além da destruição dos sindicatos; a proposta tem 144 páginas de extensão, e há algumas cláusulas extraordinárias ocultas nas profundezas do texto.

Por exemplo, a proposta inclui cláusulas que permitiriam que funcionários estaduais apontados pelo governador promovessem cortes abrangentes nos serviços de saúde fornecidos a famílias de baixa renda sem que isso precisasse passar pelo processo legislativo normal.

E há também o seguinte: "Não obstante o disposto em ss. 13.48 [14] [am] e 16.705 [1], o departamento poderá vender qualquer instalação de aquecimento, refrigeração ou geração de energia controlada pelo Estado, ou fechar contrato com uma empresa privada para a operação dessa instalação, com ou sem concorrência, pelo montante que o departamento determine melhor servir ao interesse do Estado. Não obstante o disposto em ss. 196.49 e 196.80, não será necessária aprovação ou certificação pela comissão de serviço público para que uma empresa pública de infra-estrutura adquira, ou feche contrato para a operação de, instalações desse tipo, e quaisquer aquisições dessa ordem serão consideradas como de interesse público e como enquadradas aos critérios de certificação de um projeto nos termos de s. 196.49 [3] [b]".

Do que se trata? O Estado de Wisconsin controla algumas instalações que oferecem serviços de aquecimento, refrigeração e energia para organizações operadas pelo Estado (por exemplo a Universidade de Wisconsin). O texto na prática permitiria que o governo estadual privatizasse qualquer uma ou todas essas instalações sem consultar pessoa alguma. Não só isso como o governador poderia vendê-las sem promover concorrência, a quem quer que escolha. E perceba que qualquer venda como essa seria considerada, por definição como "de interesse público".

Se isso lhe parece um esquema perfeito para o compadrio e a realização de lucros indevidos -- lembra dos bilhões desaparecidos no Iraque? --, bem, você não está sozinho. De fato, muita gente em Wisconsin tem fortes suspeitas, o que levou a Koch Industries, controlada pelos irmãos bilionários que desempenham papel central nos esforços de Walker para destruir os sindicatos, a negar publicamente qualquer interesse pela compra desse tipo de autarquia. Você acredita?

A boa notícia vinda de Wisconsin é que a indignação pública cada vez mais intensa -- ajudada pelas manobras dos democratas no Senado estadual, que se ausentaram das deliberações para negar quorum aos republicanos -- está pelo menos atrasando a trapaça. Se a ideia de Walker era pressionar e aprovar a proposta antes que alguém percebesse seus verdadeiros objetivos, o plano fracassou. E os acontecimentos em Wisconsin podem fazer com que outros governadores republicanos hesitem; de fato, alguns deles parecem estar recuando de posturas semelhantes.

Mas não espere que Walker ou o restante de seu partido mude de objetivo. Destruir sindicatos e promover privatização continuam a ser prioridades republicanas, e o partido manterá seus esforços para contrabandear essas prioridades, camufladas como medidas de equilíbrio orçamentário.

 

Paul Krugman, 57 anos, é prêmio Nobel de Economia (2008), colunista do "The New York Times" e professor na Universidade Princeton (EUA). Um dos mais renomados economistas da atualidade, é autor ou editor de 20 livros e tem mais de 200 artigos publicados em jornais especializados.

NYT/Folha

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