segunda-feira, setembro 26, 2011

Biografia oficial do Presidente José Eduardo dos Santos – Vida e obra!

JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS, Presidente da República de Angola, nasceu a 28 de Agosto de 1942, filho de Eduardo Avelino dos Santos e de Jacinta José Paulino. Casado com Ana Paula dos Santos. Concluíu o ensino secundário em Luanda (Liceu Salvador Correia) e integrou-se no MPLA em Novembro de 1961, no exílio. Licenciou-se, em 1969, em Engenharia de Petróleos no Instituto de Petróleo e Gás de Baku (antiga União Soviética).

Presidente da República de Angola - Jose Eduardo dos Santos2 Presidente da República de Angola
José Eduardo dos Santos


Regressado ao país, foi Ministro das Relações Exteriores no primeiro Governo constituído depois da Independência de Angola; 2º Vice-Primeiro Ministro, em 1978, e Ministro do Planeamento, em 1978-79. Foi eleito Presidente do MPLA a 20 de Setembro de 1979 e investido no cargo de Presidente da República Popular de Angola até Outubro de 1992, altura em que decorreram as eleições presidenciais das quais saíu vencedor na primeira volta, com 49,6% dos votos.

Datam da primeira metade dos anos 80 as suas primeiras tentativas de criação das condições objectivas e subjectivas para o lançamento de profundas reformas económicas e políticas, com o apoio de jovens quadros pragmáticos saídos das faculdades de Engenharia, Direito e Economia. A situação de guerra não permitiu que essas reformas tivessem uma materialização mais rápida. Os Acordos de Bicesse, surgidos na sequência dessa abertura, acabaram por permitir um interregno no conflito militar criando condições para a adopção de um regime democrático e de mercado livre.

Um dado relevante do início do seu consulado foi o facto de José Eduardo dos Santos nunca ter ratificado nenhuma das sentenças proferidas pelos tribunais quando a pena de morte ainda estava em vigor e ter mesmo contribuído decisivamente para a sua abolição em Angola.

De 1986-92 José Eduardo dos Santos esteve na base dos esforços de pacificação no país e na região, que culminaram com a retirada das tropas invasoras sul-africanas, o repatriamento do contingente cubano, a independência da Namíbia e o fim do regime do ‘apartheid’ na África do Sul.

Eliminados os factores externos que agravavam o conflito interno em Angola, José Eduardo dos Santos lançou as pontes para uma solução negociada, dinamizou a abertura ao pluralismo político e à economia de mercado, e organizou eleições democráticas multi-partidárias (29-30/9/92) sob supervisão internacional.

Na grave crise que se seguiu, provocada pela recusa da Unita em aceitar o veredito da ONU de que as eleições foram “livres e justas”, José Eduardo dos Santos dirigiu pessoalmente a intensa actividade diplomática que culminou no integral reconhecimento internacional do Governo angolano, impulsionou a instituição dos órgãos de soberania eleitos e organizou a defesa das instituições democráticas, forçando os opositores armados a aceitarem uma solução negociada do conflito, consubstanciada nos Acordos de Lusaka de Novembro de 1994.

Nessa base foi constituído um Governo de Unidade e Reconciliação Nacional, integrando elementos oriundos dos partidos com assento no Parlamento, incluindo da própria oposição armada.

UNITA recorre ao tribunal para reaver imóveis ocupados pelo Estado em 1992

 

A UNITA vai, nos próximos dias, apresentar queixas contra o Estado angolano nos tribunais nacionais e internacionais para reaver o património que a direcção daquele partido perdeu ao longo do conflito armado.

Os imóveis, de acordo com informações apuradas junto de fontes do maior partido da oposição, foram adquiridos pela UNITA, alguns dos quais após a assinatura dos Acordos de Bicesse, no dia 31 de Maio de 1991.

Entre as casas pretendidas pelo partido dirigido por Isaías Samakuva consta a residência situada no bairro Miramar onde residiu o seu predecessor Jonas Savimbi, transformada hoje no Complexo Hoteleiro da Endiama (CHE), propriedade da empresa diamantífera estatal.

Além da casa onde viveu Jonas Savimbi, no Miramar, a UNITA reclama também a titularidade de uma outra localizada na rua engenheiro Armindo de Andrade, n.º 41.

Existem ainda outras casas no São Paulo, particularmente na rua da Liberdade, Maculusso e na avenida Ho Chi Min. A relação estende-se para a Maianga, onde o partido já recuperou o imóvel onde viveu o Elias Salupeto Pena, que foi transformado no ‘quartel-general’ de Isaías Samakuva.

No bairro Cassenda, ainda na Maianga, os ‘maninhos’ pretendem recuperar duas casas, uma na rua 12 e outra na rua Sagrada Esperança.

Nas imediações do largo do Baleizão, a UNITA reclama todos os apartamentos do quarto andar de um dos prédios. O mesmo acontece com todos os apartamentos do terceiro andar do prédio da ex-Messe dos Oficiais, na avenida dos Combatentes.

O secretário para o património desta formação política, Adalberto da Costa Júnior, contou a O PAÍS que a lista inclui outras casas no interior do território angolano. Em Luanda, por exemplo, concretamente no município de Viana, existe uma quinta no km 9, que acreditam ter sido ocupada após os confrontos de 1992 pela Polícia Nacional.

“Os compromissos assumidos pelo Governo de entrega do património não foram respeitados, com grande penalização para a UNITA”, contou Adalberto Júnior, acrescentando que “das 84 casas em Luanda, apenas foram entregues 36 e não foram na cidade, mas na Nova Vida, substituindo-se casas de valor elevado por de baixo valor fora da cidade”.

Apesar de terem recebido as casas no Nova Vida, os responsáveis da UNITA salientam que foram informados pelos gestores da Imogestim, entidade que gere o referido condomínio, que o Governo ainda não efectuou o pagamento dos imóveis na então Comissão Bilateral para o Processo de Paz.

Enquanto uns asseguram que os imóveis estão pagos e são pertença dos actuais inquilinos, entre os quais dirigentes e familiares directos de Jonas Savimbi, estes constatam que atribuídos a dirigentes deste partido da oposição.

Adalberto da Costa Júnior confessa que não há concordância entre o que dizem os responsáveis da Imogestim, do Ministério das Obras Públicas e os representantes do Estado angolano PEdRO NICOdEMOS é de cinco milhões de dólares, com a duração de pelos menos três anos. O responsável adiantou que não existem províncias prioritárias em termos de investimento. “Há que roportos, portos, infra-estruturas de produção de água, energia eléctrica e outras cujo investimento seja muito elevado e prioritário. O valor mínimo para a constituição de uma PPP a situação continua por ser definida.

Os queixosos garantem que não fazem questão de receber os mesmos imóveis comprados, mas torna-se necessário que o executivo angolano cumpra com os acordos rubricados com o seu partido.

Via | O Pais

O poder hipnótico de Che sobre as mulheres, de Pablo E. Chacón

Ernesto Guevara de la Serna, o Che, segundo a maioria dos testemunhos obtidos para este especial de Terra Magazine, exercia um poder hipnótico sobre as mulheres. É provável que a distância entre sujeito e mito -à medida que passa o tempo- exagere esse suposto poder, mas nas palavras da jornalista e pesquisadora argentina Julia Constenla, autora de "Celia, la madre del Che" (Sudamericana) e "Che Guevara, la vida en juego " (Edhasa), a atração que o revolucionário exercia "era tão impressionante que durante a conferência internacional de Punta del Este, em 1961, até as mulheres dos diplomatas norte-americanos quiseram conhecê-lo".

Essa atração fez com que o próprio presidente dos Estados Unidos, John Fitzgerald Kennedy, fizesse viajar de imediato ao Uruguai o ator (e homem do Departamento de Estado) Richard Goodwin, para desviar um pouco os olhares e negociar um encontro com Guevara, que havia destruído a Aliança para o Progresso com um discurso anti-imperialista de tom demolidor.

A história oficial conta que são três as mulheres que contam verdadeiramente na vida de Che: sua mãe, Celia, e suas esposas, a peruana Hilda Gadea e a cubana Aleida March. De seus casamentos, Guevara deixou seis filhos. Do primeiro nasceu, em 14 de fevereiro de 1956, Hilda Beatriz Guevara Gadea, que morreu de câncer em 1995.

Che se separou de sua mãe em 1959, e ela morreu em Havana, em 1974. Seu segundo casamento foi com Aleida March, militante do Movimento 26 de Julho, a quem Guevara conheceu em 1958 quando desenvolvia sua ofensiva final sobre o regime de Fulgencio Batista pouco antes da batalha de Santa Clara. Tiveram quatro filhos, Aleida (1960), Camilo (1962); Celia (1963) e Ernesto (1965). Che também teve um filho de uma relação extraconjugal com Lidia Rosa López, Omar Pérez, nascido em 1964, que jamais foi reconhecido.

A lenda fez o resto: que seu primeiro amor foi uma amiga de infância, Tita Infante, e que Tamara Bunker, Tania, argentina (apontada como possível agente dupla a serviço da KGB e da Stasi, a polícia secreta da extinta Alemanha Oriental), era sua amante e a única mulher que se infiltrou no Exército boliviano.
Tania morreu na selva, em uma emboscada, em agosto de 1967. Sofria também de câncer de útero. Haviam se conhecido em Cuba (mas Jorge Castañeda e outros biógrafos sugerem a possibilidade de que o primeiro encontro tenha sido na RDA, em 1961, quando Che participou de um encontro de tradutores; também é possível que tenham se visto em Praga, quando Guevara lá esteve de forma clandestina).

Eis um trecho da última carta que Aleida March recebeu de Che Guevara, seu marido (o restante ainda continua inédito): "Minha única: aproveito a viagem de um amigo para te enviar algumas palavras; é claro que poderiam ser enviadas pelo correio, mas escolher um caminho extra-oficial me parece mais íntimo. Poderia te dizer que sinto tua falta a ponto de perder o sono". A carta foi escrita em 2 dedezembro de 1966, na cidade boliviana de Ñancahuazú.
E eis também um trecho da carta de despedida de Guevara aos seus filhos, datada de 1965, pouco antes de ele partir para a Bolívia. "A meus filhos. Queridos Hildita, Aleidita, Camilo, Celia e Ernesto. Se algum dia tiverem de ler estar carta, será porque não mais estarei entre vocês. Quase não se recordarão mais de mim, e os pequeninos nada lembrarão. O pai de vocês foi um homem que tentou agir de acordo com aquilo que pensa e, garanto-lhes, foi fiel a suas convicções. Cresçam como bons revolucionários. Estudem muito, para que possam dominar a técnica que permite dominar a natureza. Recordem-se de que é a revolução que é importante, e que cada um nós, por si só, nada vale. Sobretudo, sejam sempre capazes de sentir da maneira mais profunda qualquer injustiça cometida contra qualquer pessoa em qualquer parte do mundo. Essa é a mais bela qualidade de um revolucionário. Até sempre, meus filhinhos, espero voltar a vê-los um dia. Um grande beijo e um grande abraço do papai".

Buenos Aires, Argentina

sexta-feira, setembro 23, 2011

CIA: Kaunda queria Savimbi como primeiro presidente de Angola

O antigo presidente da Zâmbia Kenneth Kaunda propôs aos Estados Unidos um plano para que Jonas Savimbi fosse nomeado primeiro presidente de Angola mesmo após eleições.

savimbi angola unita guerrilla

Kaunda considerava Savimbi como o  único dos dirigentes nacionalistas angolanos em 1975 que “poderia salvar a situação” no país.

Este facto está incluindo entre milhares de documentos publicados pelo Departamento de Estado americano que indicam também que Kaunda transmitiu ao governo americano a mensagem que dirigentes africanos como Julius Nyerere e Samora Machel tinham uma imagem positiva de Savimbi.

Esses documentos indicam também que  mesmo antes da queda do governo colonial português  o então Zaire procurou o apoio dos Estados Unidos para a FNLA de Holden Roberto.

Mas no final de 1974 os Estados Unidos estavam ainda relutantes em apoiar Roberto enquanto no inicio de 1975 destacadas entidades americanas mostravam desconhecer Jonas Savimbi.

As pressões ou pedidos de apoio  do Zaire para a FNLA aceleraram com a queda do regime colonial em Abril de 1974.

Em Agosto de 1974, portanto quando o processo de descolonização se começa a acelerar, Umba di Lutete então comissário de estado para os negócios  estrangeiros avistou-se em Washington com o secretario de estado Henry Kissinger e a acta dessa reunião é clara: o Zaire está preocupado com o que se pode passar em Angola e quer apoio para a FNLA. O ministro zairense  descreve Holden Roberto como um “genuíno patriota anti-comunista “ e o líder do MPLA Agostinho Neto como “um homem só de fala e não de acção”. Jogando com os receios de avanços comunistas na região, Umba di Lutete diz ainda que os países socialistas estão a pressionar Portugal a apoiar o MPLA de Neto.

O diplomata zairense afirma que os Estados Unidos devem apoiar Holden Roberto mas Kissinger nesse encontro não faz nenhum compromisso afirmando não ter ainda estudado o problema.

O que é notável nessa acta é a insistência do diplomata zairense na necessidade dos Estados Unidos aumentarem a sua ajuda a Holdren Roberto.

Quando Umba di Lutete insiste em que os Estados Unidos devem aumentar o nível de contactos com Holden Roberto, Kissinger responde diplomaticamente não excluir essa possibilidade que, acrescenta, "será estudada".

O ministro zairense insiste afirmando que os meios ao dispor do seu país são limitados e que deve haver um meio para os Estados Unidos ajudarem a fortalecer Holden Roberto como “um interlocutor junto dos portugueses”.

Kissinger responde novamente de modo diplomático que isso terá que ser "analisado".

Um mês depois contudo  o Director dos serviços de espionagem  CIA envia uma nota afirmando que a CIA vai aumentar substancialmente os pagamentos a Holden Roberto mas acrescenta: “tencionamos manter esses pagamentos baixos mas suficientemente altos para assegurar ao presidente Mobutu que temos simpatia pelas suas preocupações sobre o futuro regime de Angola independente”.

Em Janeiro de 1975  o  chamado “Comité dos 40” - cuja função é supervisionar operações clandestinas - aprova ajuda monetária a Holden Roberto. A quantia nesse documento continua classificada pelo que não é revelada mas há obras publicadas que apontam para uma ajuda pontual de 300 mil dólares.

Talvez o interessante nestes documentos seja o facto de eles revelarem por parte de destacados dirigentes americanos um conhecimento mínimo senão mesmo inexistente da figura de Jonas Savimbi que mais tarde iria jogar um papel dominante na luta contra o governo do MPLA.

Um acta de uma reunião em Abril de 1975  entre o presidente  Gerald Ford  e o presidente Kenneth Kaunda da Zâmbia  a que esteve presente Henry Kissinger é bem revelador dessa situação com Kaunda  a afirmar que Savimbi tinha sido ignorado no passado  mas que surgiu como “ alguém que pode salvar a situação”.
Nesse encontro Kissinger pergunta ao embaixador americano em Lusaka se conhece Savimbi e este descreve-o como um líder "impressionante e muito sólido”.
Kaunda concorda estar impressionado com a “sinceridade e honestidade dos objectivos” de Savimbi afirmando que o então presidente da Tanzânia Julius Nyerere tinha também ficado impressionado com Savimbi. Mesmo o próprio presidente da Frelimo e futuro presidente de  Moçambique Samora Machel tinha essa opinião, disse Kaunda.

Nesse encontro Kissinger tenta obter respostas de Kaunda sobre Savimbi se tem “força para governar”.

Na reunião Kaunda propõe um plano em que mesmo após eleições em Angola Savimbi seria nomeado presidente como compromisso entre os movimentos de libertação.

Quando Kissinger interroga Kaunda sobre se os "outros dois grupos" aceitariam isso, O então presidente zambiano  responde vagamente afirmando que " há a necessidade de algumas ideias sobre como se formar um exército nacional".

Em Junho de 1975, numa reunião do comité dos 40 é discutida a possibilidade de se dar  ajuda monetária à UNITA.

No encontro  Kissinger resume a posição das partes interessadas na situação em Angola.

“Temos Kaunda a dizer-nos que Savimbi vai ganhar; a esquerda portuguesa apoia Neto; Mobutu quer Roberto; podemos ser espectadores e nada fazer,” disse Kissinger.

É neste encontro que surgem os primeiros sinais de uma profunda divisão dentro da estruturas do governo americano que vão marcar toda a sua politica para com Angola até após a consolidação do poder do MPLA ajudado por milhares de tropas cubanas.

Nos abordaremos  isso em próximos programas

Com VOA | Por Joao Santa Rita | Washington

quarta-feira, setembro 21, 2011

STOP US WARS AROUND THE WORLD - What can we do?

The words that former Secretary of Defense Robert S. McNamara recently used concerning the war that he promoted in Vietnam can be applied to all of our interventionist military adventures:

"We were wrong, terribly wrong."

McNamara didn't appreciate the advice offered by another Marine Corps Medal of Honor recipient, General David Shoup, and had him removed as Commandant.

    General Shoup said: I believe that if we had, and would, keep our dirty, bloody, dollar soaked fingers out of the business of these (third World) nations, so full of depressed, exploited people, they will arrive at a solution of their own. And if unfortunately their revolution must be of the violent type, because the 'haves' refuse to share with the 'have nots' by any peaceful method, at least what they get will be their own, and not American style, which they don't want and, above all, don't want crammed down their throats by Americans."

And more recently Rummy didn't listen to Marine Corps General "They've screwed up"

Anthony Zinni

who said that invading Iraq was a strategic blunder.

    Years ago, General Butler said: "Looking back, Woodrow Wilson was re-elected President in 1916 on a platform he had "kept us out of war." Yet, five months later he asked Congress to declare war on Germany. . . What caused our government to change its mind so suddenly? MONEY."

What can we do to stop the madness? First, fight recruiting and the coming draft. Studies for the Army show parents are the top obstacles to recruiting. "Opposition to . . . military service is increasing significantly among both moms and dads," says a study of 1,200 potential recruits by the firm Millward Brown. Another look at potential recruits, by GfK Custom Research, found that the biggest influences in candidates' decisions to join were mothers, named by 81% of respondents, followed by fathers, at 70%. "Reach the parents with the Army's new message, particularly moms," the study urges. But General Butler had another message.

    Smedley Butler said: "The government declares war. To say helplessly: As individuals we have nothing to do with it, we can't prevent it. But WHO ARE WE? Well, WE right now are the mothers and fathers of every able-bodied boy of military age in the United States. "WE" are also you young men of voting age and over, that they'll use for cannon fodder. And "WE" can prevent it. Now--you MOTHERS particularly. The only way you can resist all this war hysteria and beating tomtoms is by hanging on to the love you bear your boys. When you listen to some well-worded, well-delivered war speech, just remember that it's nothing but Sound. It's your boy that matters. And no amount of sound can make up to you for the loss of your boy."

Various anti-recruit, anti-draft and anti-serve organizations are listed at the "links."

It's important to end the current involvement, and even more important to prevent future ones. The war racket has been able to flourish and expand, for the benefit of corporations and not for the people, because our governmental leaders and representatives are not sufficiently constrained by the Constitution in its present form.

    Smedley Butler said: "If we really want to make it impossible to have our young men sent abroad to fight the wars of others, then let us by all means insist upon adding the Peace Amendment to the Constitution of the United States."

The ongoing war in Iraq is a poster child for war is a racket for all of the reasons previously covered. Let's make sure that we end it and don't go there again. Our principal overseas bases in Germany and Korea are anachronisms which should have been shuttered long ago. Germany's standard of living is higher than ours and South Korea doesn't need us to defend their Hyundai and Kia auto export plants. And we need to recall the secret, provocative military units now operating under Presidential order in various countries around the world.

We must change our national military

policy

from one which makes us the last imperial empire in the world to one which restores us to the family of nations who enjoy peace and prosperity. We'd be in accordance with the US National Defense Strategy, which states: "The United States and its allies and partners have a strong interest in protecting the sovereignty of nation states. In the secure international order that we seek, states must be able to effectively govern themselves and order their affairs as their citizens see fit. Nevertheless, they must exercise their sovereignty responsibly, in conformity with the customary principles of international law, as well as with any additional obligations that they have freely accepted. It is unacceptable for regimes to use the principle of sovereignty as a shield behind which they claim to be free to engage in activities that pose enormous threats to their citizens, neighbors, or the rest of the international community."

The

US Constitution

has no provision for foreign military adventures. It provides only "for calling forth the Militia to execute the Laws of the Union, suppress Insurrections and repel Invasions."

We'd also be in accordance with the United Nations Charter, which disallows aggression.

    Chapter I, Article 2 of the United Nations Charter: All Members shall refrain in their international relations from the threat or use of force against the territorial integrity or political independence of any state, or in any other manner inconsistent with the Purposes of the United Nations.

We need to put the priority back on the people rather than on war-racket profits. It would make us more secure by strengthening our domestic base, heartening our people and making us less disliked abroad.

    Smedley Butler said: "The United States is in no danger whatever of military invasion. Even the Navy and War Departments, which are always preparing for war, and the State Department, which is always talking about peace but thinking about war, agree on that. By reason of our geographical position, it is all but impossible for any foreign power to muster, transport and land sufficient troops on our shores for a successful invasion."

We can do it and we will!

Source

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