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sábado, julho 04, 2015

TENIS 2015 | Dustin Brown a nova estrela que está rebentando com o velho mundo

Dustin Brown by Michael Gurd

Dustin Brown by Michael Gurd

->> Ontem estendeu o super campeão Rafa Nadal como uma criança!

domingo, setembro 01, 2013

AFROBASKET | Angola soma e segue, agora já comandamos a classifica dos vencedores.

BASQUETEBOL - CAMPEÕES AFRICANOS
ANO- ANFITRIÃO-CAMPEÃO
1962-Egipto------Egipto
1964-Marrocos--Egipto
1965-Tunísia----Marrocos
1968-Marrocos-Senegal
1970-Egipto------Egipto
1971-Senegal--Senegal
1974-RCA--------RCA
1975-Egipto-----Egipto
1977-Senegal---Senegal
1980-Marrocos--Senegal
1981-Somália---Cote DIvoire
1983-Egipto---Egipto
1985-Cote DIvoire- Cote DIvoire
1987-Tunisia---RCA
1989-Angola---Angola
1991-Egipto---Angola
1993-Quénia---Angola
1995-Argélia---Angola
1997-Senegal---Senegal
1999-Angola---Angola
2001-Marrocos---Angola
2003-Egipto---Angola
2005-Argélia---Angola
2007-Angola---Angola
2009 – Líbia ---Angola
2011 - Madagáscar---Tunísia
2013 - Cote d'Ivoire---Angola

segunda-feira, julho 29, 2013

PARA ANGOLA o Mundial de Hóquei significa prestígio internacional e promoção do turismo e do desporto juvenil

Qualquer reflexão sobre o evento é puro exercício de criatividade jornalística. O Mundo de Hóquei é sem sombra de dúvidas a maior vitrina de âmbito internacional que Angola organiza este ano. O nosso país necessita de eventos desta natureza, que constituem oportunidade únicas de promoção do nosso bom nome come terra de direito.
O artigo que se segue é do Jornal (angoportuguês) Sol, dirigido por José António Saraiva.  
Estamos juntos!
por FPB | ‪#‎KAMBASFPB‬



Projecção, prestígio internacional e promoção do turismo e do desporto juvenil são as principais virtudes apontadas ao Mundial de Hóquei, que ocorre em Luanda e no Namibe de 20 a 28 de Setembro. A menos de dois meses do arranque, ultimam-se as obras nos pavilhões onde as provas vão decorrer. Tudo estará pronto a horas, promete o Executivo.

De acordo com um balanço feito no final da semana passada, à margem da FILDA, pelo Governo angolano, tudo indica que não haverá atrasos nas obras dos dois pavilhões multi-usos que têm estado a ser construídos em Luanda e no Namibe. O nível de execução do da capital, com uma área quase quatro vezes superior ao do Namibe estava a 86%, prevendo-se a sua conclusão para o último dia de Agosto e cerimónia de inauguração logo no início de Setembro.

Mais avançado estava o pavilhão do Namibe – 92% –, onde a meta para dar por findos os trabalhos no terreno é o dia 31 deste mês. Também o pavilhão do Malanje, que vai acolher, de 20 a 25 de Agosto, a já tradicional Taça Zé Du (e que serve de ‘antecâmara’ da prova maior), estava a avançar a bom ritmo: 93% dos trabalhos executados.


Estratégia pública, diz ministro


A escassas semanas do início de um evento desportivo mundial organizado por Angola – o último foi o CAN 2010 –, Executivo e economistas ouvidos pelo SOL são unânimes numa consideração: o campeonato vai custar muito dinheiro, mas o que conta é o retorno em termos de imagem e de potencial turístico, de prestígio lá fora e de aposta na promoção do desporto entre os jovens.

«A edificação dos pavilhões faz parte de uma estratégia para o desenvolvimento da modalidade e do desporto no país», garantiu ao SOL, esta semana, o ministro da Juventude e Desportos, Gonçalves Muandumba. De acordo com o governante, no quadro deste esforço está previsto «construir, reestruturar e modernizar as infra-estruturas desportivas» do território.

Muandumba afirmou que, se não fosse este Mundial, «os pavilhões não seriam erguidos nesta altura», mesmo estando nos planos do Executivo. Mas, tendo em conta o esforço de investimento que está a ser feito, garantiu que o Governo vai «formar mais quadros para melhorar a gestão».


Recurso à dívida ajuda a fazer investimento 


O Orçamento Geral do Estado 2013 contempla, no Ministério da Juventude e Desportos, como programa de investimento público, uma verba próxima dos 100 milhões de dólares só para a construção dos dois pavilhões que vão acolher o evento e da infra-estrutura onde se vai disputar a taça em honra do Presidente da República.

O mais caro é o de Luanda: deverá custar 67 milhões de dólares, sendo que a maior parte do investimento será financiado com linhas de crédito.

Para os pavilhões do Namibe e Malanje está contemplada uma verba idêntica: cerca de 14,2 milhões de dólares, dos quais apenas 2,71 milhões serão financiados com recursos ordinários. O resto é dívida.

Além destes custos, estão contemplados 3,50 milhões de dólares para o ‘apetrechamento dos pavilhões multi-usos’ e, nas despesas de funcionamento do Ministério, há uma verba de 18,9 milhões de dólares destinada ao evento. Além de outros investimentos a considera, como melhorias de infra-estruturas, como estradas, aeroportos, forças de segurança, hotelaria.

Mas, quando está em causa uma chance de promover o país e contribuir para a promoção de um valor como o desporto, não deve entrar-se na pura lógica financeira do custo-benefício, defendem os economistas que o SOL ouviu. 

Aguinaldo Jaime, ex-presidente da ANIP, não tem dúvidas: «Se a principal consideração fosse o retorno financeiro, provavelmente não se faria nenhuma destas infra-estruturas», afirma o também antigo governador do Banco Nacional de Angola e ministro das Finanças. 


Exemplo para os jovens


Este esforço, defende, deve ser «enquadrado na política de relançamento e manutenção de modalidades desportivas, que implica a construção e relançamento de infra-estruturas». 

A promoção do desporto, sublinha, é «muito importante», em especial entre os mais jovens. «Deve passar-se a mensagem de que é importante ter um corpo são numa mente sã», afirma Aguinaldo Jaime, que vê ainda virtudes na oportunidade que o Mundial trará «na promoção da imagem do país no exterior, aumentando a sua credibilidade internacional».

Alves da Rocha, director do Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Luanda, concorda. «Não sei se houve algum estudo de viabilidade que pudesse antever o retorno económico de um investimento desta natureza, mas penso que os objectivos são mais políticos, uma vez que o evento pode promover a imagem de Angola no estrangeiro», afirma o professor.

«Se os objectivos fossem económicos, certamente estes pavilhões não seriam construídos. A questão do prestígio deve falar mais alto», sublinha, lembrando que, no futuro, os pavilhões desportivos poderão ter utilizações diversas, como os que foram feitos para o CAN 2010. 

Eugénio Clemente, director do Instituto de Fomento Turístico, enfatiza o potencial do Mundial na sua área de intervenção, considerando que terá muita importância na imagem do país no estrangeiro. «O ganho inicial é sobretudo a promoção de Angola como destino turístico», diz, considerando que esta mais-valia em termos de marketing «supera o investimento financeiro» realizado pelo Estado.

Mas há outro ponto relevante, acrescenta: «O Mundial incentiva o investimento futuro, privado, porque, correndo tudo bem, pode ajudar alguns empresários indecisos a tirarem dúvidas sobre Angola».

E quanto aos riscos de um evento deste tipo? Eugénio Clemente não os vislumbra. «Não vejo riscos nesta operação: é um desafio».


Bilhetes a preços acessíveis


Os visitantes que o Mundial poderá trazer ao país, mas serão seguramente milhares, incluindo os que vêm com as comitivas e vão encher os hotéis do Namibe e da capital. E muitos mais angolanos vão acorrer aos pavilhões.

A venda de bilhetes deverá arrancar dia 15 de Agosto. De acordo com a organização do evento, haverá preços módicos, para que o acesso aos jogos seja o mais generalizado possível. O preço dos bilhetes deverá rondar os 100 kwanzas (80 cêntimos) nas bancadas normais e 1.000 a 1.500 kwanzas (8 a 12 euros) nos camarotes.

sexta-feira, dezembro 28, 2012

Espanha 0212: Cristiano Ronaldo não quer renovar com o FC Real Madrid

Cristiano Ronaldo 2012

Cristiano Ronaldo não vai aceitar o novo contrato que lhe será proposto pelo Real Madrid no próximo Verão e quer abandonar o clube “merengue” em 2015, quando termina o actual vínculo, segundo revela nesta quinta-feira o jornal desportivo espanhol AS.

O avançado português já terá comunicado esta posição ao presidente do Real Florentino Pérez, alegando razões emocionais, que já foram manifestadas publicamente em Setembro passado, quando Ronaldo afirmou que se sentia “triste”.

quarta-feira, fevereiro 15, 2012

CAN 2012: Despedimento de Lito Vidigal custa meio milhão

20120214181657[1]Permanece a dúvida sobre o futuro de Lito Vidigal à frente das Palancas Negras. Desde o início que o treinador angolano, radicado em Portugal, não caiu nas boas graças de dirigentes, adeptos e jornalistas.
Sem o assumirem publicamente, o Novo Jornal sabe que os actuais dirigentes federativos, que não tiveram responsabilidades na sua contratação não morreram de amores pelo treinador, que acusam de ser demasiado exigente, tanto ou mais do que o fora Manuel José -- «esse, ao menos, tinha estatuto», argumentam. Norescaldo da vitória sobre o Burkina Faso, ouvimos, em Malabo, desabafos como este: «A vitória é boa vamos ter de continuar a levar com o Lito Vidigal».
Ninguém me contou. Ouvi! Mas o que poucos sabem é que a rescisão unilateral com o treinador, que tem mais um ano de contrato e aufere de vencimento mensal 35 mil dólares, pode custar aos cofres da FAF 500 mil dólares, tal é o montante inscrito no respectivo contrato. Isto sem contar o dinheiro dos seus adjuntos.
Mesmo levando em linha de conta o desabafo de Pedro Neto, que afirmou não haver «clima» para continuar com Lito Vidigal, o NJ sabe que não há verba para assumir o despedimento.

Via | NJ

quarta-feira, fevereiro 01, 2012

CAN 2012: Federação angolana de futubol despede Lito Vidigal

Luanda - A eliminação de Angola na fase de grupos, consumada após a derrota com Costa Marfim (2-0), já teve efeitos práticos: Lito Vidigal vai abandonar o cargo de selecionador, segundo informações vindas de Malabo, na Guiné Equatorial, um dos países organizadores da CAN’2012.

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Tentou-se contactar Lito Vidigal, mas sem sucesso. Para o seu lugar, o nome apontado é Paulo Duarte, treinador português que tem orientado o Burkina Faso e que também foi afastado da competição na primeira fase.

Outra vítima da desilusão angolana na CAN poderá ser Gonçalves Muandamba, ministro da Juventude e do Desporto, sendo Rui Mingas apontado como o sucessor.

Ambiente tenso. No final do jogo que ditou a eliminação, os jogadores de Angola foram proibidos de falar à comunicação social. Para assegurar o blackout, cerca de 20 polícias angolanos escoltaram a comitiva desde a saída do balneário até ao autocarro. Manucho e Love ainda tentaram falar com os jornalistas, mas foram impedidos pelas forças policiais.

“Eles disseram que seríamos punidos quando voltássemos para Angola”, revelou um jornalista que não se quis identificar, aludindo à ameaça da polícia caso fossem divulgadas imagens do sucedido. Já os adeptos angolanos presentes no estádio de Malabo não contiveram o desagrado. “Fora, fora. Vai embora”, era uma das frases ouvidas, dirigidas a Lito Vidigal. Pelos vistos, as preces foram ouvidas.

Via | Record

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