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terça-feira, julho 31, 2012

War in Syria: Iran Warns Turkey of “Changing Game Rules” in Syria especially in Aleppo

Iran-Turkey-flags[1]

A pro-Syrian Arab diplomatic source confirmed that Turkey has received, during the past couple of hours, a strict Iranian letter warning it of "changing the game rules" in Syria.

In an interview with Syrian daily al-Watan, the Arab source said that this warning comes as a clear response to the latest threats posed by Turkish Prime Minister, Recep Tayyeb Erdogan, claiming that his country will target Kurdish combatants inside the Syrian territories.

Also, the Ankara-based Arab diplomat, whose country's government supports the Syrian al-Assad regime, said that Ankara had been preparing, in agreement with Washington, for a military interference in the Syrian crisis; under the pretext of Kurdish population.

However, Iran drew a line for the Turkish dreams, and informed it that any attack on the Syrian territories will witness a harsh attack; as Iran might put into force the mutual defense agreement signed with Syria, the source iterated.

Furthermore, the Arab diplomat went on to say that Turkey agreed with the US that a limited military interference in North Syria, especially in Aleppo, might introduce a buffer zone to be protected by the gangs funded and armed by Turkey, in cooperation with Qatar and Saudi Arabia.

The said scenario however would be implemented only if the Syrian refugees in that area were evacuated, especially as they have become a burden on Erdogan's government; although they were supposed to be exploited to lead a UN resolution, imposing international sanctions on Syria.

Aleppo 31/07/2012

segunda-feira, julho 23, 2012

Egipto abre as portas aos palestineses de Jerusalém e West Bank

Primeiro Ministro de Gaza, Ismail Haniyeh,

Vento novo nas relações diplomáticas entre a Palestina e o Egipo de Mohammed Morsi. Após a abertura de diálogo com o Irão, Morsi abre aos palestineses.

Segundo várias agências, os palestineses da West Bank e de Jerusalém poderão novamente entrar no país dos Faraós sem nenhuma autorização prévia. Uma decisão que elimina uma interdição que durava há cinco anos.

Recorde-se, que o bloco foi uma resposta do Governo de Mubarack após a guerra interna em 2007, entre a Autoridade Nacional Palestinesa (ANP) e a organização radical HAMAS fruto das eleições contestadas pelo Ocidente. Aquela guerra fratecida foi vinta pela organização radical, que impós um Governo islâmico em Gaza desde então blocada em todos os lados.

A decisão foi aplicada ontem, pela primeira vez, quando sete palestineses esperavam no Cairo International Airport por mais de uma semana a autorização para entrar em Palestina. Estas informações foram fornecidas por dois oficiais, mas até ao momento carecem de uma confirmação oficial.

Por Kingamba Mwenho

sexta-feira, outubro 07, 2011

Portugal/Doenças: Um terço dos portugueses adultos sofrem de dor crónica

Portugal-este-país-não-é-para-velhos Mais de 30 por cento da população adulta portuguesa sofre de dor crónica, que é já considerada uma «epidemia silenciosa» que acarreta «custos brutais».

O investigador José Castro-Lopes, da Faculdade de Medicina do Porto, disse hoje à Lusa que a análise dos cuidados de saúde utilizados pelos doentes com dor crónica permitiu estimar que eles representam aproximadamente 1,6 mil milhões de euros por ano em Portugal.

Se a isto se juntarem os gastos com as incapacidades temporárias para o trabalho por doença (vulgarmente designadas por «baixas», e que em média representam nove dias por ano em cada doente com dor crónica) e com as reformas antecipadas, conclui-se que «a dor crónica acarreta um custo anual que ultrapassa os três mil milhões de euros, o suficiente para comprar sete submarinos por ano», sublinhou Castro-Lopes.

Estes dados constam de um estudo realizado por investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.

«Dão uma boa ideia da magnitude de um problema que tem andado um pouco escondido, em grande parte fruto de convicções sobre a inevitabilidade da dor arreigadas na população em geral, incluindo os profissionais de saúde», considerou Castro-Lopes, coordenador do estudo.

As principais causas de dor crónica são as doenças musculo-esqueléticas, com as lombalgias associadas a patologias da coluna e as doenças osteo-articulares dos membros inferiores nos primeiros lugares da lista.

Estas doenças crónicas frequentemente não têm cura e a dor constitui o principal problema do doente.

Presentemente, existem opções terapêuticas, farmacológicas e não-farmacológicas, que permitem controlar (o que não significa eliminar) a dor na maioria dos casos, de forma a reduzir o seu impacto na qualidade de vida dos doentes.

No entanto, salientou o investigador, 35 por cento dos doentes com dor crónica incluídos no estudo referiram não estar satisfeitos com a forma como a sua dor estava a ser tratada.

«Mais preocupante ainda é o facto de a dor crónica ter uma duração mediana de 10 anos e uma intensidade moderada ou forte em quase metade dos casos, atingindo também essa intensidade em quase dois terços na dor aguda pós-operatória», referiu.

A investigação conclui ainda que quase 75 por cento das pessoas submetidas a intervenções cirúrgicas nos hospitais portugueses referem sentir dor no período pós-operatório.

A dor aguda pós-operatória tem consequências que vão além do sofrimento que causa, pois pode provocar, entre outros, problemas respiratórios e cardiovasculares, directamente e/ou pelas restrições à mobilidade que condiciona. Além disso, atrasa o processo cicatricial e aumenta o tempo de internamento hospitalar, com as respectivas implicações socioeconómicas.

Por outro lado, a dor crónica leva a uma redução acentuada da qualidade de vida das pessoas, que vêem o seu dia-a-dia afectado em múltiplas dimensões.

O estudo demonstrou que o sono e o descanso são afectados pela dor crónica de forma moderada ou grave em quase 40 por cento dos indivíduos, interfere também de forma moderada ou grave nas actividades domésticas e laborais em quase 50 por cento dos casos, e 13 por cento dos doentes tiveram mesmo a reforma antecipada por causa da dor.

Conclui ainda que foi diagnosticada depressão a 17 por cento dos indivíduos com dor crónica, e mais de 20 por cento não tem prazer na vida a maior parte do tempo ou sempre.

GL/Lusa

sexta-feira, janeiro 21, 2011

Portugal: Ramalho Eanes defende que foi difícil estabelecer a democracia depois de 1974

Em entrevista à Antena 1, o antigo Presidente da República Ramalho Eanes afirma que foi muito complicado construir a democracia depois da Revolução de Abril. O primeiro presidente eleito da democracia portuguesa, entre 1976 e 1986, considera que o mandato presidencial devia ser de um só mandato, mas de sete anos, daí que defenda que Cavaco Silva faz bem em recandidatar-se, especialmente porque esta é uma altura difícil para o país.

Ouça na íntegra a entrevista da jornalista Maria Flor Pedroso a Ramalho Eanes

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