domingo, setembro 05, 2004

Apoios para o músico Elias Dya Kimuezo [04/09/2004]

O músico Barceló de Carvalho "Bonga" disse, em Luanda, que se deve dispensar maior apoio e mais atenção ao músico angolano Elias Dya Kimuezo, considerado o rei da música angolana.

Falando à Angop e a Rádio Nacional de Angola (RNA), Bonga frisou que não basta ser titulado de rei, sem no entanto, receber qualquer apoio.
No entender do também considerado "embaixador da música angolana", as entidades de direito devem prestar uma atenção especial a Elias Dya Kimuezo, como reconhecimento a tudo o que fez e continua a fazer em prol da música nacional.

"É necessário que se mostre aos angolanos e estrangeiros e com acções concretas que o Elias Dya Kimuezo é realmente o rei da música angolana" - disse.

Quando questionado sobre o facto dele ser o embaixador e não o rei, Bonga disse que o título está bem entregue, principalmente pelo facto de estar na posse de uma pessoa cujo desempenho é reconhecido por muita gente.

Em relação ao estado actual da música angolana, Bonga disse que apesar de algumas dificuldades com que se debatem os artistas, está em franca evolução, parabenizando os jovens pelo esforço desenvolvido.

Bonga Kuenda manifestou-se disponível em apoiar quem necessitar dos seus serviços, principalmente os jovens que estão no início da carreira.

"Não importa se canta semba, zouk ou um outro ritmo, o importante aqui é que são angolanos e que estamos no mesmo barco" - concluiu.

O bom dia domenical

Que Deus esteja convosco!!!
Neste momento que escrevo me preparo para ir a missa. Domingo è dia sacro, dedicado ao senhor, nao adianta procurar tantas desculpas para nao ir missa, para nao rezar, para nao agradecer a Deus por tudo aqui de bom que te aconteceu durante esta semana...
tenha do!!!!
Vos desejo um bom domingo
que Deus visite a tua familha e lha deia toda a pace que necessita!!!
Ate a proxima
Francis*PAC

sábado, setembro 04, 2004

Mais um dia se vai!!

Mais um dia se vai.
Mais uma noite se aproxima.
Gritos e gemidos se perdem nos minutos e secondos que o tempo levou
choros e lamentos, sao misturados e confundidos
na praça dos desejos estranhos.
Esse dia que passa leva consigo
a dor das maes russas que perderam seus filhos
como vitimas de um terrorismo que nao poupa nem mesmo recem-nascidos.
So me resta uma oraçao
um pedido
um desejo
que a dor que feriu estas maes
nao venha a provocar
outra dor em massa
multiplicando as dores
que sem travao criam outras dores.




Angola, minha terra meu pais!!!

Sem palavras.
Quando uma fotografia vale mais que mil palavras.



Os 10 films mais catolicos

Las 10 películas más católicas... y las 10 más anticatólicas

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Los lectores del periódico estadounidense National Catholic Register han elaborado su ranking con películas de todos los tiempos: en las últimas décadas escasean las buenas películas y abundan las anticatólicas.

Una propuesta para la familia: reunir a la familia bien aprovisionados de palomitas y disfrutar con las 10 películas más católicas de todos los tiempos. ¡O reunir a los amigos para criticar las más anticatólicas!

El National Catholic Register ofreció a sus lectores una lista de 100 películas “nominadas”. Los lectores votaron y el resultado publicado en agosto (obviamente sigue el gusto y los conocimientos del espectador norteamericano) fue el siguiente:

Las 10 películas “más católicas”


La Pasión de Cristo, de Mel Gibson (2004)
Logró muchos más votos que las tres siguientes votadas.



Sonrisas y lágrimas (1965)

También conocida como La Novicia Rebelde, es el clásico sobre la familia Von Trapp y la creativa monja e institutriz Fraulein María frente al auge del poder nazi (basado en una historia real).


Un Hombre para la Eternidad (A Man for All Seasons, 1966)

Un clásico incombustible e imprescindible: la historia de santo Tomás Moro, negándose a aceptar el matrimonio fraudulento de Enrique VIII por fidelidad a la Iglesia y a su conciencia.


La Canción de Bernardette (The Song of Bernardette, 1943)

La película clásica, en blanco y negro, de Bernadette y las apariciones de Lourdes.



Qué Bello es Vivir (It’s a Wonderful Life, 1946)

Clásico navideño que apuesta por la vida, la familia y la esperanza y sigue emocionando pese a los años transcurridos, con un magnífico trabajo de James Stewart.


Los Diez Mandamientos (1956)
La colosal producción bíblica de Cecil B De Mille, con Charlton Heston.


Escarlata y Negro (The Scarlet and the Black, 1983)

La historia real del obispo Hugh O'Flaherty que desafió a los oficiales nazis en Roma para salvar vidas de judíos en la Segunda Guerra Mundial.


Jesús de Nazaret (1977)

El octavo puesto es para el clásico pictórico y manierista de Franco Zefirelli


La Lista de Schindler (1993)

Es una película judía, de tema judío y director judío (Steven Spielberg) pero se basa en la historia real de Oskar Schidler, que era católico alemán y salvó a cientos de judíos de los nazis.


Las campanas de Santa María (The Bells of Saint Mary, 1946)Comedia de Bing Crosby e Ingrid Bergman, que se repone poco en España y es menos conocida que otros clásicos de los años cuarenta.


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