segunda-feira, dezembro 13, 2004

Portugal: Três médicos envolvidos em caso de plágio

Uma das teses foi elaborada em 1990 e tem como tema "Surdez infantil: estudo clínico e epidemiológico". É da autoria de um médico português e foi apresentada na Faculdade de Medicina de Lisboa em 1990.

A outra é de 2002. E chama-se "Surdez Infantil em Angola". O trabalho foi realizado por um médico angolano que exerce medicina em Portugal há muitos anos.

À partida nada faria imaginar que estas duas teses fossem tão iguais. Mas
são-no de tal modo que a Ordem dos Médicos acaba de processar disciplinarmente o
médico que fez a segunda delas e os dois orientadores. Os três são médicos de
otorrinolaringologia no Hospital de Santa Maria, dois deles reputados
professores na Faculdade de Medicina de Lisboa, sendo que um é director de
serviço.


Diz o processo disciplinar que há frases, parágrafos, páginas e gráficos da tese feita em 1990 reproduzidos parcial ou integralmente na tese realizada em 2002.

Quem denunciou este plágio à Ordem dos Médicos foi um professor da Universidade de Luanda, onde a tese esteve quase para ser apresentada. Não o tendo sido apenas porque três dias antes um membro do júri apercebeu-se do plágio e pediu aos colegas que suspendessem a cerimónia. O estranho no meio de tudo isto é que um dos orientadores da tese, agora processado pela Ordem dos Médicos... é o autor plagiado.

No despacho de acusação, o Conselho Disciplinar da Ordem dos Médicos diz que o autor da segunda das teses "teve uma conduta fraudulenta atentatória da dignidade da sua profissão".

Quanto aos orientadores - os dois professores universitários -, o Conselho Disciplinar da Ordem dos Médicos considera que a sua atitude não foi melhor, já que é também contrária à dignidade do exercício da medicina. Por isso, acusa-os de autoria e co-autoria de plágio e propõe uma suspensão que pode ir até cinco anos.

A Ordem dos Médicos diz também que os dois professores/orientadores prestaram-se
a ir a "Angola fazer aquilo que certamente não fariam em Portugal ou noutro país
desenvolvido" e deram cobertura "a uma tese de doutoramento que não só não era
original como ainda por cima plagiava descradamente uma outra obra".
Acrescenta a OM que aqueles médicos "envergonharam o país, a medicina e a universidade portuguesa e subestimaram a qualidade dos professores angolanos, pensando que eles não se iriam aperceber da fraude".

Os três médicos receberam já a acusação. Um deles interpôs uma queixa ao Ministério Público. O director do Serviço de Otorrinolaringologia do Hospital de Santa Maria argumenta que a Ordem dos Médicos excedeu-se nas suas competências já que - diz - o assunto é para ser discutido no seio académico e não na Ordem.

Nesta queixa, o professor Mário Andreia conta já com o apoio do Conselho Científico da Faculdade de Medicina de Lisboa.

Perdida juventude angolana

Fiz, recentemente, uma longa viagem de carro que tornou-se ainda mais desconfortável porque testemunhei, por mais de uma vez, a venalidade de franja considerável da juventude angolana. Infelizmente, em Angola há, sobretudo na parte feminina, uma juventude completamente perdida. Nesta longa viagem dei boleia a uma menina de 16 anos, recentemente vinda de Angola. Como de hábito, gosto de escutar o noticiário na rádio. Há mesmo vezes que escuto CD's de programas de rádio que vou gravando. A minha companheira circunstancial trazia, também para a viagem, uma caixa de CD’s. Sem me perguntar se eu me importaria com o tipo de música da sua preferência, ela colocou de imediato um disco com música «Kuduru».

Quando os americanos procuravam o antigo ditador do Panamá, Manuel Noriega, que se refugiara na mata, o que eles faziam para forçá-lo a sair dos esconderijos era tocar música Rock muito alta. Isso aborrecia-o profundamente.

O «Kuduru» da menina a quem dei boleia provocou-me os mesmos efeitos. No dia em que os americanos descobrirem o «Kuduru», não tenho dúvida nenhuma que o adoptarão também como instrumento de tortura psicológica. Para mim, o «Kuduru» é simultaneamente monótono e mau.

Depois de alguma hesitação, manifestei à jovem o desconforto que a música dela me provocava. A situação piorou. A alternativa que ela colocou no aparelho quase me enlouqueceu completamente. Era um outro «Kuduru» de uma tal «Gata Agressiva», que dizia, entre outras asneiras, coisas como «Savimbi feio já lhe mataram» ou ainda a «Gata Agressiva vai na roda e faz broche». Só Deus sabe como não enlouqueci ali mesmo, naquele momento!

E, como se não bastasse, a minha companheira, de 16 anos, nascida, por amor de Deus, em 1988, virou-se para mim, que farei, dentro de um mês, 39 anos, e disse: «o tio Jamba sabe o que é fazer broche?». Esta menina poderia, muito bem, ser minha filha!

«Não sei do que é que se trata aqui», respondi, irritadíssimo. E acrescentei: «Olha, conversas deste tipo não devem ser travadas entre gente da minha idade e crianças como tu». O que não fui dizer...

A menina, de 16 anos, exaltou-se e disparou: «o tio é mesmo atrasado. É por isso que a Unita perdeu em 1992 e vai perder mais uma vez. Todos esses anos na Europa e ainda continuas a pensar como se nunca tivesses saído das matas...».

Nesse momento, tive, como se diz, que bater na mesa e dizer à jovem que eu é que estava a fazer o favor de lhe dar boleia e que daí para diante ela que se calasse e se limitasse a ouvir os meus programas, se quisesse continuar a viagem. A outra opção era ficar pelo caminho. No resto do percurso, a pobre menina teve que ouvir (e não deve ter compreendido nada) análises sobre a disputa eleitoral na Ucrânia, o relato da Zoe Esenstein (uma jornalista britânica que trabalha em Angola como correspondente) sobre o combate ao Sida no nosso país, uma análise sobre a possível venda da Ibm a uma empresa chinesa, um debate sobre a identidade africana na África Ocidental, etc. No restante pedaço da viagem, não se ouviu mais nada sobre «Gatas Agressivas» ou «Médicas Malucas» ou ainda de bocas que eram esquadras.

Tenho observado, há já algum tempo, que muitas jovens angolanas não se respeitam. Atentemos só, por exemplo, no fenómeno da «tarrachinha». Em Londres, as discotecas de angolanos sempre acabavam por fechar porque não havia nenhuma sessão de dança de angolanos que não acabasse em pugilato aberto ou – se houvesse cabo-verdianos – na troca de facadas. E qual era a razão que está(va) por detrás de tudo isso? A «tarrachinha». Notei, em várias ocasiões, que quem instiga mais para se dançar a «tarrachinha» é, usualmente, a menininha que vai remexendo de forma tão provocadora e obscena que forçam qualquer pessoa com o mínimo grau de amor-próprio a olhar para um outro lado.

Já estive numa festa – com africanos oriundos de várias partes do continente – onde um casal de angolanos estava a «tarrachar-se» tão obscenamente que alguém se viu na necessidade de oferecer-lhes um alguidar cheio de preservativos. A menina angolana, completamente estúpida e sem capacidade de entender que estavam a ser insultados, abriu um preservativo e soprou-o, como se fosse um balão. Não surpreende que, em muitas festas angolanas na diáspora, haja mesmo avisos para não se trazer crianças para preservar a sua inocência.

Até recentemente, mantive um quarto num apartamento em Barking, uma área a leste de Londres que tem muitos angolanos. Não gosto de ir a festas de angolanos – por causa da desordem de sempre – mas tinha um amigo, amante da poesia de TS Eliot, que fazia anos e a quem eu respeitava bastante. Na festa havia moças jovens do Uganda, Nigéria, Ghana, Quénia etc. Lembro-me que elas passaram a noite a discutir o mérito de várias universidades inglesas.

As angolanas, porém, só passavam a ser o centre of atraction (centro das atenções) quando estavam a praticar o que melhor sabem – a tarrachinha. Com os seus umbigos de fora, biquinis a mostra, com as suas calças justíssimas e a darem «tampas» aos palermas que iam pedir para dançar com elas, essas menininhas, em cujas cabecinhas nada ressoava senão o prazer perverso de causarem erecções a tudo que ainda copula, pensavam que não existia, no mundo, coisa melhor do que elas.

Quem é o responsável por toda esta miséria? Os pais angolanos, sem dúvida! As angolanas perdidas são uma manifestação de lares sem figuras masculinas. As nossas filhas não devem só ser educadas pelas suas mães. Nós, os pais, temos mesmo que participar activamente no crescimento psíquico delas. Toda esta precocidade sexual que vemos nas meninas angolanas decorre do facto de que os mais velhos, os homens, criaram um clima em que elas, as nossas filhas, só podem ser valorizadas em termos sexuais. Não é invulgar, em círculos angolanos, ver um mais velho de sessenta anos, com os olhos fechados e língua de fora, a «tarrachar» uma menininha de treze anos num cantinho de uma farra às três horas da madrugada. Isto não é viver; isto é perversidade. As meninas, por seu turno, estão a clamar ,permanentemente, por uma certa ordem e estrutura. Chegou a altura do pai angolano mostrar o que é, verdadeiramente, ser homem, através do carinho, conselhos e ensinamentos que poderemos dar às nossas filhas. Se não fizermos isto, a «Gata Agressiva» não vai perder tempo em substituir-nos!

Artigo de Opinião, assinado por Sousa Jamba (Publicado no Semanário Angolense)

sexta-feira, novembro 26, 2004

WAR, PEACE AND DIAMONDS IN ANGOLA

This paper examines to what extent the modalities of diamond production established in a time of war continue to influence the conduct of the industry today.The lesson from Angola today is that a notional peace is no guarantee that the exploitation of diamond resources will be done in a way that respects basic human rights. The author suggests that perhaps it is time to re-think the idea of what constitutes a 'blood diamond'.
J. Pearce.( review by Eldis Reporter)
Source: Institute for Security Studies (ISS), South Africa 2004

War, Peace and Diamonds in Angola

The insurrections of the Uniao para a Independencia Total de Angola (UNITA), and the Revolutionary United Front (RUF) of Sierra Leone forced the international community to address the problem of the sale of diamonds to fund the purchase of arms. Through the Kimberly process, the United Nations and other sections of the international community developed mechanisms to exclude from international commerce any diamonds whose sale might be traced back to armed rebel
movements.


This paper examines to what extent the modalities of diamond production established in a time of war continue to influence the conduct of the industry today.


The author conducts a brief historical overview of the evolution of the diamond industry in Angola, focusing on the way in which the Companhia de Diamantes de Angola (Diamang) has exploited labour and resources since 1919.


The paper finds that many conditions which prevent the creation of a stable and regulated environment continue to exist in Angola today. In particular, these conditions include:
* the control of the diamond fields and their populations by force of arms
* the absence of any kind of functioning legal framework to protect the rights of diamond workers and the population at large
* the lack of any functioning civil administration (beyond the level of mere bureaucracy) in most parts of the Lunda provinces
* the domination of the Angolan diamond trade by secretive networks operating on the margins of the law, but ultimately to the benefit of the members of political elites.


The paper concludes that the concept of 'blood diamonds' is one which has hitherto been associated with armed conflict. The lesson from Angola today is that a notional peace is no guarantee that the exploitation of diamond resources will
be done in a way that respects basic human rights, and which contributes to the development and well-being of the diamond-producing region, and the country as a whole. The author suggests that perhaps it is time to re-think the idea of what constitutes a 'blood diamond'.




Notes:

This articel was distributed by AFRICAFILES www.africafiles.org
a network of volunteers relaying African perspectives and alternative analyses for viable human development in the interest of justice and human rights.

domingo, novembro 14, 2004

O racismo

Comentários sobre o tema do racismo

Anónimo
seu engracadinho/ha nem penses em dizer q eles nos colonizaram porque nós erramos ou somos burros?Nós os pretos só fomos colonizados porcausa da nossa ingenuidade,bondade,solidariedade aos outros só mesmo por isso mas,os tempos mudaram meu cómico/ca a gente têm olhos sobre vocês!Nzinga nkuvu nunca devería ter recebido os mesmo!Perguntem aos vossos avos o q significa "negro" acredito q eles também naö devem saber o significado?Eu tenho aqui nos states mais de vinte dos teus avos q trabalham para min!!!!!!!O barco mudou de rumo...

Anónimo
Os nossos avôs podem ser burros e engraxadores na Europa, mas forao a Angola(África) e colonizaräo os pretos....quem se deixa colonizar por um burro o qué que é? é este tipo de comentários que demonstra que os negros........

MANDUME isso mesmo, la bem do sul
ANGONOTICIAS,E VOCES SEMPRE A ALIMENTAR ESSAS CONVERCAS DE RACISMO????NAO TEM MAIS O Q DISCUTIR SOBRE ANGOLA??PQ NAO FALAR DO DINHEIRO Q O ZEDU ROUBA??(NEGRO),O NANDO??(NEGRO),PQ NAO FALAR DAS MINAS DE DIAMANTES DA ANAPAULA??(NEGRA),PQ NAO FALAR DOS ROUBOS DA ISABEL DOS SANTOS???(MULATA).DEIXEM-SE MAZE DISSO ANGONOTICIAS,VOCES TAO E A ALIMENTAR A FOGUEIRA DA IGNORANCIA COM A VOSSA MADEIRA DO ODIO. EM ANGOLA HA SIM RACISMO, MAS DE TODOS OS LADOS.MAS PIOR Q RACISMO E O ODIO E O SINISMO,DEIXEM DE FALAR A TOA E PRESTEM ATENCAO. O SISTEMA MAIS UMA VEZ VOS ESTA A TENTAR DESTRAIR,E O PIOR E Q ESTA A CONCEGUIR.

A "RAZAO" NAO E' RACISTA! RACISTA E' O SER HUMANO-negro ou mulato ou branco
Esta' exposto aqui um dos problemas da humanidade. Fruto de uma cultura que se centra sobre si mesma. Quem de no's foi educado para a multiculturalidade? Poucos! Nem o mpla se salva. Nem os que questionaram o camarada do mpla. O homem de cor negra recorre e defende coisas africanas quando lhe convem. Algumas vezes simplesmente mais racista que o branco e o mulato. Provas podem ser encontradas no comportamento diario. Sejamos realistas... Branco, negro ou mulato sao seres humanos, todos eles bonitos. E quando nao educados todos eles SUJOS... Se o angolano, seja ele branco ou negro possuir talentos isso significa que teve oportunidades. Teve gente que apoiou. Tudo o que temos foi uma dadiva: da familia, dos amigos... Esse dar e receber pode ser consciente em Angola? Existe alguma politica de solidariedade? Existe UMA EDUCACAO PARA A DIVERSIDADE? QUAL E' O PLANO DE ANGOLA DE EDUCACAO PARA A PAZ? Que significa o conceito PAZ para os membros do mpla e da unita e para os diferentes povos de >ANGOLA?

mangolé braulio_policarpo@yahoo.br
o q deixo no ar é o seguinte q angola é o unico país no mundo onde o emigrante fica rico ja ñ ha país assim no mundo por isto vamos reflectir meus mano tem q se ver o q esta mal

Anónimo
Os mulatos,mesticos ango-portugueses deviam é calar as suas bocas porque,os seus avos saö os mais burros e engraxadores na europa!vaö para á franca,suica,inglaterra,alemanha etc e veraö aonde os vossos burros avos trabalham só na limpeza e trabalhos de ruas,seus ignorantes e mal agradecidos..................

Jose Antònio joseantonio1@aliceposta.it
Em primeiro lugar gostaria de agradecer a ocasiao que me consederam para o comento desta noticia. Falando do racismo em Angola, dà dor de cabeça, esperamos que o governo no poder, trabalhe no sentido de combater este fenomeno que nada ajuda para a reconciliaçao dos Angolos, este fenòmeno vergonhoso, nao inicio hoje nem ontem, dos meninos clarinhos ou mulatos, como se fosse mesmo a maioria, esperamos o governo eleito nas proximas tome medidas adequadas para combater seriamente mal que nada dignifica para o desenvolvimento de Angola condeno vemente este acto de torrorismo racial, esperamos q seja combatido, se nao serà uma outra crise.

Anónimo UK
Estive a ler com atencao o artigo e os comentarios aqui escritos. Mas caros companheiros pelos comentarios ou nao sei se o debate ou problemas q se poe é por serem mesticos ou por serem portugueses ou de origem portuguesa. Esse problema das racas ja vem desde a muitos anos mas acho que o governo nunca procurou solucoes. O caso dos BIs com raca nao ajudar a trazer solucoes mas sim para aumentar as divisoes. Ha aqui comentarios a dizer q os mesticos deviam ir embora. eu pergunto se mtos sao filhos d maes negras ou pais negros vao abandonar e se separar dos seus pais porque uma parte nao concorda com a sua presenca em Angola. A solucao deveria ser concursos publicos para os cargos nas empresas, organisacoes e tudo mais. Aí d certesa iria haver um equilibrio consoante a proporcao da nossa populacao. Obvio q vai ser para a parte negra e acho bem. mas tb nao podemos pensar excluir uma certa raca ou uma certa regiao. Uma das primeiras coisas devia ser abolirem as racas nos BIs. e tem q haver um debate profundo para se encontrar solucoes. Porque mais tarde ou cedo ainda havera sangue por causa desta situacao. Obrigado

Anónimo
O culpado de tudo isto é o MPLA, que nao da a educacao nos mulatos, nem nos negros. Em Angola cada um vive da sua forma porque até a imoralidade brasileira, vai ganhando terreno em Angola, com multidao de episodios brasileiros que corem noites, e dias nos T.V do País desenraizando cada vez mais a cultura de um povo. Na realidade o MPLA, nao apoio os negros, e nem quer saber do povo,mas sim do poder. Quem defende os privilesios dos mulatos, e brancos Angolanos, sao os Portuguêses, para garantir a superioridade branca em Angola, lembrem-se muito bem o que os Portuguêses falaram: " depois da independencia, é igual antes da independencia, e o negro vai sofrer muito. A análise que eu faco, é que o MPLA nunca vai conseguir de resolver este problema, porque nao é os negros que escolheram o MPLA na tomada do poder, mas sim foram os portuguêses, com condicoes. Os homens do MPLA, sao apenas funcionarios que administram politicamente os interesses de portugal, e dos brancos em geral em Angola. É nas proximas urnas onde nascerá o poder negro, mas só se a manobra de portugal faliar.

Blach or ...
como branco que vi e fui obrigado a conviver com diferentes formas de racismo acho completamente legitimo a reinvidicaçao de igualdade de oportunidades. Só fico a pensar que devemos ter cuidado para que estas reinvidicaçoes sejam verdadeiras e honestas. Ou seja: que nao escondam apenas interesses pessoais de um emprego ou uma casa em detrimento de toda a populaçao. Os negros precisam antes de qualquer coisa da possibilidade de ser cidadaos, precisam de educaçao na base. E alguns empregos em cargos de chefia nao resolve os problemas de 98% de uma populaçao que acabará tendo que mendigar um emprego amanha argumentando ser negro. As pessoas que estao verdadeiramente comprometidas com essa luta nao querem esmolas querem condiçoes de verdade. E aqueles que hoje justificam um discurso racista amanha poderão estar entre brancos se houver dinheiro no meio. Pois o dinheiro amigos, esse nao tem raça.

kapa kavingange huambo
o caso não só é evicente em benguela maus amigos. o opovo do huambo também tem uma palavra a dizer , mas sem o cassoma no poder. ele tem a família em lisboa . em luanda so fica de passagem, por isso não tem palavra sobre o assunto. astá com as maõs atadas.

zito
Isto deve ser combatido,estes senhores venhem com ha mesma politica do fascismo português,Angola é um pais Africano,de maioria negra,é inaceitavel que dois ou treis BANCOS extrangeiros venhem instalare-se no nosso pais.Com esta politica salazarista.Se continuarem assim o melhor é regressarem em portugal com esta vossa politica de recrutamento,escolhendo ha cor da pessoa. O ANgolano nativo em Portugal vive em condiçoes pecimas e deploraveis,Quintas do Mocho etc,os senhores ou venhem para contribuir para o engradicemento da paz ou retirem-se.

angolanidade
MPLA, Tenha muito cuidado... Onde nao ha justica, nao ha paz.

Nzinga Nkula Soyo
A questão foi levantada, urge aos que poderem intervir sobre ponderar e ver o que se pode fazer, esse é a tendência não só em Benguela mas também no sector petrolifero é sintomatico, é um mal em minha opinião que deve primeiro estudado para depois tomar-se atitudes e evitar que a nova geração viva esse mal.

Anónimo Luanda
Sr. Kidi, Tens muita razão meu irmão. O negro não pode ser lembrado só quando é para votar. O Goerno tem muita responsabilidade neste estado de coisas. Quem diz o Governo diz o Maioritário. É necessário regressar aos valores. É necesario reforçar a cidadania, não apenas nas obrigações, mas também nos direitos. É necssário criar um Forum da Cidadania.

Kidi Luanda
O descontentamento é apenas contra a exclusao de uma parte da cidadania, por complexos de superioridade racial. No mundo desenvolvido existem os concursospúblicos isentes de amiguismo ou compadrio. Vamos aos factos: Na Universidade existe uma luta nao declarada entre a tribo dos claros e a dos bacongos, os poucos negros no BFA sao filhos e namoradas dos Inocêncio de Almeida, Joao de Matos, etc. nos concessionários de automóveis estao os relacionados com osdeputados Armando Machado Lopo etc. Tudo isto foi sendo alimentado pela postura dos nossos governantes ao abandorem as suas sofridas e sacrificadas mulheres das matas, pelas mulatas rosqueiras que encontraram nas cidades, como sao os casos dos regressados do "maqui". As discotecas têm acesso limitado para os de tez escura. É obrigaçao do governo balizar estes preconceitos que geram conflictos profundos e até vingança como ocorreu em 1974 quando se conotava o mulato com a OCA. O negro é suporte eleitoral porque espera políticas de igualdade dos governantes e nao a consolidaçao da discriminaçao.

ke kincas EUA
Eu repito a minha teoria- o racismo em Angola e um efeito, e e necessario determinarmos a causa para que possamos manejar e um dia solucionar esse fenomeno. E necessario que a lideranca politica, economica, religiosa e civil esteja ciente desse facto... porque se nao, havera um explosao social em Angola. Vamos unir as nossas mentes para encontramos solucoes practicas e pragmaticas para Angola, pois so existe uma unica raca, a HUMANA.

Anónimo
Por bem ou nao, o mestico e mesmo negro em toda parte do mundo. Em Angola se confundem porque esses compatriotas ainda nao encontraram a sua identidade. O que e preciso entre todos e transparencia, sobretudo da classe mais escura (maioritaria), em expor essa situacoes e ao mesmo tempo esperar doutra parte humildade. Continuar com a peneira sobre o tecto ira somente aumentar a tempetura e logo, 'puuff' fogo. Nao ha agua que apague as suas chamas.

ZAZA nao é Angolano?
prezados Amigos e compatriotas, é preciso que o nosso povo saiba alguma coisa, que o Norte de Angola nao é uma terra estrangeira, isso foi a politica do MPLA que fez para eliminar a FNLA nos tempos da guerra, mais lamento que até hoje existem Angolanos que pensam que a etnia Bakongo sao ZaZa, preferem ver mulatos ou brancos como Angolanos, e porque fala muito bem a lingua do Camoes. É nessas coisas que os Nossos Compatriotas mais claros aproveitam. Agora em Benguela ja deram contam e falta Luanda ali onde reina o Racismo, existem lugares proprios que o Negro nao é bem-vindo. Mais o povo Angolano so sabe falar quando ver um compatriota do norte no lugar, deixando os Angoportugueses em vontade e eles aproiveitam essa situacao.

PATRIOTA Califórnia-USA
Me parece a mim que já se fez trabalho de excelência na perspectiva de dirimir essas assimetrias. Contudo esse é um processo longo... Se recuarmos aos primeiros anos de independência e establecermos um paradigma comparativo com os dias de hoje, considerando o binómio "coloureds" versus "not coloureds", no que toca a liderança dos Ministérios e das principais Empresas do sector Público está tudo dito! Aquele candando!

Nvula Lobito
A representacao e o equilibrio etnico e um dos assuntos mais serios e delicados na politica africana. Ainda bem que estexs camaradas tocaram no tema que vivemos dia-a-dia. O factor racico tem sua fonte na historia pos-independencia. Nao houve um plano para promover a maioria negra ate hoje. Resultado: os brancos e mulatos com "knos-how" ou com influencias atraves de lobbies e clientelismo, acapararam-se das melhores posicoes ate hoje. O M peca por defeito porque nao tem plano para lidar com as assimetrias, quefr sejam qualitativas, quer sekjam quantitativas; nao tem planos para aprofundar a importancia do factor etnico na construcao da Nacao, que ainda nao existe. Tenho dito

warum
estou de acordo com este tema,porque é uma verdade que se vive em Angola hà muitos anos,porque so os mulatos, eles pensan q s inteligente,muitos deles estam oucupar lugares que naõ elhes (...)uma verdade nos temos que acabar com eles porque Angola é um pais Africano,embora existen paises Africano dos mulatos,mais Angola é dos negros,

LUYEYE lua SOLE AMSTERDAM
Até que em fin,os camaradas de BENGUELA reconheceram UM FACTO real,que existe na sociedade angolana,só não conhece,quem não fez demarches admnistrativas,ou o hazard da vida fez com que ele estivesse no CIRCULO fechado da NOMENKLATURA,onde en Africa em geral a elite torna se cega das realidades sociais no PAÍS.Falar dessa predominancia,sempre foi connotado como sendo um sentimento racial,por isso ao longo dos anos tornou se um TABÚ.Mas afinal se nós não podemos anunciar falhas,como é que nós podemos criar debates(democracia)de ideias e avancarmos para frente,Há uns que pensam que uma sociedade faz progresso com timidez de espirito,por isso agradeco os camaradas de BENGUELA por ter tido a corragem de denunciar isso,Angola precisa deste genero de compatriotas que ousam.Não aqueles "JA KNIKKERS"que sempre dizem SIM..SIM SENHOR,seja qual for a veracidade de falhas e erros.

R. Matreira Diáspora
Entre tanta emoçäo, perdemos a lucidez e desviamos as atençöes para questöes supérfluas...1.-todo o mundo, que pode, transfere dinheiro para portugal, melhor, para fora...mulatos, brancos e mulatos!donde estäo as fortunas dos angolanos negros? 2.-Todo mundo que pode, deu conta do esquema que havia, ir a uma campa em Portugal tirar o nome do avó, tem nacionalidade portuguesa...mulatos y pretos! 3.-É verdade que há que rever esta clareza nos principais bancos,empresas privadas,etc...mas é preciso que seja feito com coerência, ponderaçäo e muita inteligência: ninguém quer aquí, exemplos africanos que näo deräo absolutamente nada! näo se promove o negro, promove-se o angolano com competência...4.-Evitar os extremos, tirar uns e por outros só pela cor, näo está bem..5.-É preciso ter cuidado com os estereotipos que estamos aquí a querer impor aos nossos irmäos mulatos: o meu primo mulato, é meu irmäo segundo as nossas costumes Angolanas...até temos um problema porque o avô quer que as terras sejam geridas pelo CATCHINDELE!(branco)...Muitos dos que se intitulam defensores dos negros, nem sequer vivem nos seus países, vivem nos países dos brancos, onde estäo casados com brancas e têm filhos mulatos...entram aquí, sob anonimato e escrevem um monte de asneiras...por tanto vamos ter cuidado...porque eu também näo quero ficar sem família, amigos de infáncia, camaradas, que näo têm nada a ver com o que se escreve aquí! malembe, malembe!

Pedro Natal Brasil
Este é sem dúvida um dos maiores problemas das sociedades.É uma chaga na vida de um povo,um cancer numa sociedade,motivo de divisões entre os cidadãos e,muitas vezes,escândalo dos escândalos,entre irmãos!Sim,entre irmãos,filhos do mesmo pai e da mesma mãe!!!Eu tenho uma côr tu tens outra!A minha é mais bonita que a tua!Como se estivessemos a escolher um papel de embrulho para embrulhar um presente,e as opiniões se dividissem!!!Cada um pode gostar mais da côr que quiser ,mas estamos a falar de pessoas e ,portanto,é o ser vivo que conta.São as suas qualidades de inteligência,carácter e personalidade que devem ser levados em consideração e não a côr da pele.Não é ensinando às crianças ,desde pequenas,que uma côr é melhor ou mais importante que a outra,que o país caminhará para um futuro forte e se fomentará entre o povo uma união tão necessária à vida das populações. A convicção de que o branco é melhor do que o mulato e o mulato melhor do que o negro é uma ideia vinda do tempo da escravatura,e destina-se a perpetuar previlégios. Quem muda uma sociedade são as crianças e não se deve permitir que umas cresçam achando que são melhores que as outras e,muito menos,permitir que umas achem que são piores que as outras por serem negras! As inteligências estão dentro das cabeças e não na côr da pele.Dêem-se oportunidades a todos e deixem as qualidades manifestarem-se e desenvolverem-se! Um abraço para todos,Pedro

mauro quebab@clix.pt
olha caro(A) anonimo antes de comentares sobre certas questoes tens q refletir bem okis .eu n admito e nem concordo c o teu ultimo comentario tu que e deves ser um bom imcompetemte . tens q ter mais respeito pelos outros e quanto a questao em debabte espero q as autoridades ou o partido no poder tome as devidas medidas pkis se nao um dia vamos retrocedee no tempo angola precisa de todos nos branco, pretos mulatos kilombos o mais importante e dar o contributo p a reconstruçao de angola q bem precisa . ass estudante em lx

Felix ZH-Suiça
Há sem dúvida racismo, sociológico( só se ajudam entre eles), e psicológico(atitudes, e comportamentos) concretamente no nosso País, alguns chega afirmar sou mestiço ou mestiça(considerado-se raça pura)"defendendo a raça" (...) esqueceram que até os portugueses encontraram, o Mbula Matadi, Mpungo a Ndongo, e EkuikuiII, basta o racismo, nos respeitamos como todos irmãos, haja união e união faz força.

Leitor assiduo
Já faz décadas que isso dura. Cabe agora aos dirigentes tomarem medidas, mas com urgência, para que se ultrapasse este quadro sombrio no nosso país. Não discriminar, mas em abono de verdade, estes angolanos mulatos (Espero que seje uma pequena parte) tome consciencia que Angola é terra onde a maioria é preta e que na redistribuição de postes, tem que obedecer a isso. Muito cuidado, pois isso pode levar ao "Cleansing destes cidadãos" se, se não se tomar mediadas rápidas. Se estes compatriotas são realmente Angolanos, como podem estar a transferir os seus sálários a ordem de 90% em portugal. Vê-se que continuam com os seus corações na P.... de Portugal. Cuidado, quem avisa amigo é. Fui.

Anónimo Lobito
As coisas também não são assim tanto como dizem. Temos aqui em Benguela o caso da Angola Telecom que é uma empresa de referencia e quem manda não são brancos há muitos anos Nas empresas do estado houve um escurecimento nos últimos cinco anos. Todos vimos o que se passou na Sonangol, na Telecom, e noutras, e os brancos que sairam não eram incompetentes, sairam para dar lugar a negros, alguns deles bem competentes também! Isso não aconteceu à toa, aconteceu porque houve uma orientação partidaria para isso. Nas empresas privadaas é mais difícil e não se pense que se resolve só com leis ou com quotas. É preciso abrir o debate e convencer o empresário estrangeiro que não é só sacar. Ele tem de promover competências locais! Deveria haver mesmo um desafio no sentido de as empresas privadas por motu próprio mostrarem o que estão a fazer para promovver o autoctone.

leandro manuel utrech,holanda
meus senhores, acho que nao devemos ir por este caminho de dizer mal dos mulatos porque somos todos angolanos acho que estas pessoas se estao nesses lugares e porque sao competentes, sou mulato e vivo na holanda mas sou tratado como negro entao onde vou viver noutro mundo? na europa sou negro em angola mulato ,vai para a terra do teu pai, temos de ter calma somos filhos de onde nascemos e vamos cuidar de angola para o melhor juntos. leandro. holanda

Mwanza Luanda
O grande problema mesmo é a questão do racismo não ser discutida abertamente, como o foi na Africa do Sul. Acho que na Africa do Sul depois que se abriu o debat sobre o racismo e o black empowerment as coisas ficaram melhores Nao se pode ignorar o preconceito racial. Ele tem de ser discutido abertamente, mas com cabeça fria, porque a politica do olho por olho deixa todos cegos (Ghandi).

Silverado "Dallas"
QUE A RACISMO EM ANGOLA ISTO TODO MUNDO SABE.AFINAL O Dr.SAVIMBI TINHA RAZAAO. PRIMEIRO O ANGOLANO, SEGUNDO O ANGOLANO, DEPOIS PODEM VIR SEJAM QUE CORES FOREM.SAI SAPATEIRO OU PEDREIRO DE PORTUGAL, VIVE ALGUNS ANITOS EM ANGOLA E VOLTA PARA PORTUGAL MILIONARIO.OS ANGOLANOS QUE LA ESTAO, 'E O CONTRARIO.ANGOLA NAO PRECISA DE PORTUGAL E PORTUGUESES, AO CONTRARIO, PORTUGAL PRECISA MAIS DE ANGOLA QUE ANGOLA DE PORTUGAL E PORTUGUESES.

Jacinto
Parem com esta m.... O Governo é que tem que legislar a obrigatoriedade de concursos para acesso ao emprego e a promoções. Aqui põe-se outra questão, porque de certeza que os mulatos em média têm mais acesso a formação por terem mais recursos (em média também). Uma política de bolsas de estudo (desde o nível básico) em função dos rendimentos da família também corrigirá este problema. Só que tudo isto teria de ser feito com TRANSPARÊNCIA. Até onde vai a nossa capacidade de implementar tais medidas???

ANGOLA SEM LEY ATE QUANDO??? BY MEAN IS NECESSARY
A nossa angola nunca vai para frente a politica do MPLA nunca vai melhorar angola, onde que o presidente preferio as suas filhas casar com brancos isto ja justifico tudo para o angolano. Na europa existe racismo mais em angola é de mais, eu propria vi quando ia buscar as minhas malas no DHL de luanda uma mulata queria se passar se dar que era chefe por ser mulata eu lhe demostrei que vivo no meio dos brancos e calmo sua boca... O povo angolano esta vez vamos ter cuidado com urnas nas eleiçoes para o MPLA esquece as camisoles com a cara deste bandido, esta vez não queremos vinho para o malanjinho para não votar o MPLA.

Kurikutela Mexico
Afinal há problemas sérios na socieade angolana. O grande responsável por tudo isso é o MPLA que apesar de ter aludido querer transformar Angola em UM SÓ POVO E UMA SÓ NAÇÃO falhou redondamente neste projecto. Em 29 anos de governação em Partido/Estado não conseguiu ter um programa coerente de edificação de uma nação com os equilíbrios necessários. Acabou por perder todas as energias com uma guerra iniciada por sí próprio, por se considerar o ÚNICO E LEGÍTIMO representante do povo angolano. Hipotecou recursos estratégicos para o futuro desenvolvimento com a obsecção de manter-se no poder a todo o custo, como uma razão de vida ou de morte. Com a guerra criaram-se fortunas por um lado, e mendigos por outro. Aqui está agora uma das consequências do completo incumprimento das obrigações de governação. É que ser governante não tem apenas benefícios. Tem também, e sobretudo, obrigações e responsabilidades. Aí está agora. Querem continuam a liderar uma sociedade completamente fragmentada em linhas raciais. Até parece que regressámos ao pré-independência. Criaram sarnas, agora cocem-nas!

QUE TIPO DE APARTHEID?
Tosdos soubemos que no nosso pais reina o APARTHEID. Isto e um facto!

OS DEMOCRATAS PERDERAM AS ELEICOES NOS EUA POR NAO TEREM SABIDO LIDAR COM O POVO URBANO
EStas noticias de discriminacao racial, sao preocupantes. Os democratas, nos EUA (por exemplo) perderam as eleicoes por um factor muito simples: Dizem que nao conseguiram convencer a populacao americana as zonas suburbanas por terem sido considerados de CINICOS. Ou melhor, nao comem com as maos mais sim somente com o garfo. Como resultado, o povo americano votou para o Presidente BUSH que e' um presidente que lida se com as massas,pois nasceu em TEXAS e tem o seu estilo de COWBOY rural no sangue. Portanto, estas informnacoes de racismo poderam criar um grade dissabor ao nosso MPLA durante as eleicoes de 2006 e 2007. Que tomem cuidado, pois a oposicao podera aproveitar deste tipo de coisas! Angolano nos EUA

donga usa
Regressando novamente ao nosso amigo anonimo de luanda. Os jornais cabem-lhes apenas a honra de informar aos cidadaos o que se passa, com verdade, rigor e etica profissional nao tem sede de poder, porque eles existirao com o MPLA no poder ou outro partido sempre terao o papel principal de manter as massas informadas. Se o anonimo tem beneficiado com emprestimos bancarios ou outra coisa parecida evite fazer comentarios. O problema da pele na esta so nos bancos temos a Sonangol que no voo de Luanda a Houston ate empregados de limpeza, sao estrangeiros em detrimento de muitos nossos camaradas que nao conseguem emprego, temos o problema da TAAG que a maior parte de aeromocas sao de cor, a lista de empresas e vasta apenas tocamos os bancos. Meu caro sera que para agarrar uma mala a ser despachada um negro nao consegue? Sera que para fazer aqueles perguntas que a sonair faz ao passageiro o que leva na mala, o negro nao consegue fazer? dai que antes de comentar qualquer coisa caso nao esteje informado devidamente do que se passa pergunte a alguem ou nao comente porque nos estamos cansados com angolanos dessa natureza que defendem a fogo e ferro algo que ele ve que esta errado. Nao pretendemos dizer com isso que o mulato, branco ou mestico nao trabalhe em Angola, nao e isso mas que deem oportunidades a todos,negros ou brancos.

Francisco Matumona Washigton DC, USA
Meu compatriota Anonimo, lamento a sua actitude perante a este facto. A liberdade de expresao nao significa ofender moralmente os demais! Porque um assunto polemico e real como este deve merecer por parte de todos no's uma maior refleccao, sencibilidade e sobre tudo preocupacao porque afinal de contas todos no's somos angolanos, e temos e merecemos os mesmos direitos e deveres. Obrigado.

Alonso Algures
Os mulatos so se safam em Angola.Porque nos outros Paises Africanos de negros os mulatos ate tem vergonha dos negros, porque reconhecem, e sentem na pel a serem descriminados,e tratados como aqueles que resoltam de relacoes ocasionais. Na Europa e na America o mulato encosta ao negro, que ate esquece que e mulato, e depois diz que e so mulato na pel ,mais no curacao e negro, que ate dao pena, Eu penso que Angolano que e Angolano e negro, e nao Branco, nem mulato.Nao conhecemos nenhum mulato que fez parte da historia de Angola. Por isso pensamos que os mulatos deviam criar a sua propria historia, e o seu proprio pais.Mais , e bom porque os negros Angolanos a quem eles dao -se o luxo de descriminar ja abrio o Olho, e os mulatos em Angola penso que nao continuaram a ter bons tempos.

Tchinó
A questão racial em Angola demonstra que o barril de pólvora está a encher e que a qualquer momento poderá pegar fogo. Os militantes do M que abordaram está questão estão de parabéns pois este é um problema que deve ser debatido e solucionado. Se o descontentamento é tão grande assim o M poderá estar em maus lençois numa província em que os Maninhos não deixam de ter o seu peso. Qto aos empregados bancários serem brancos, outra coisa não se poderia esperar quem tem os bancos são os portugueses por isso empregam os seus familiares e amigos. E ainda querem falar em concorrência leal p/ adquirir o que quer que seja em Angola. Isto é o cúmulo, o M precisa de tomar medidas p/ não termos um segundo 4/FEV.

Donga USA
Caro anonimo, com todo respeito que tenho das suas opinioes e sugestoes, nao estou de acordo com o seu comentario. Estamos independentes a 29 anos e o que verificamos em Angola e uma exclusao do angolano negro em determinados sectores da vida socio-economica do pais. Mas com isso nao significa que o pais deve prover os incompetentes para que nas proximas eleicoes votem ao MPLA,ao contrario nos necessitamos homens capazes para levar ao porto o barco mas isso nao significaria sacrificarmos todos os negros tal como o colega diz que sao inaptos. Temos angolanos capazes mas infelizmente devido a falta de oportunidades, devido a falta de uma politica de gestao de quadros o pais esta preso a um punhado de elementos entre eles portugueses que aproveitando da falta de organizacao do pais vao se apoderando de tudo pondo em segundo plano o natural.O racismo em Angola existe e Benguela esta de parabens por levantar um tema tao delicado que os angolanos sabem que existe e fingem que nada estao vendo. Se fizermos um levantamento estatistico da camada que vive folgadamente em Angolana encontraremos os mulatos e brancos e um punhado de corruptos negros angolanos. E um fenomeno que o pais deve tomar medidas quanto mas cedo melhor para que o futuro nao fique comprometido. Muitos dos que trabalham nos bancos que foram anuciados nem todos tem capacidade tecnica ou que sejam melhores do que os negros. E necessario vermos que muitos estao sendo selecionados porque tem cor diferente de outros angolanos. Nao queremos que o pais fique refem de um punhado de elementos. Viva Angola, viva aqueles que querem realmente ajudar o pais a crescer, abaixo os que que se aproveitam da desorganizacao do pais para tirar proveito em beneficio de camadas previlegiadas. Lutamos todos para a independencia agora devemos usulfruir todos os resultados da independencia, nao interessa a cor da pele devemos ensinar a aqueles pessoas menos capazes de fazer um dado trabalho, porque so assim poderemos ter um estado de justica social onde cada angolano tenha oportunidade de se realizar.

inconnu america
Para o anonimo de luanda,sera ainda nao intendeste que isto é verdade que so os brancos e os latoes que occupam altas funcoes nos bancos em angola? Voces é que estao a estragar o nosso pais,porque o carpinteiro e o pedreiro branco ou mulato vindo da Tuga tornam-se economista ou engenheiro em angola. Basta maninhos latoes se nao vamos voltar ao 4 de fevereiro com catanas. Voces sao oportunistas porque que nao ficam em portugal?Porque nao querem limpar a praca do Rossio ou ir trabalhar no bairro go Murumbi em Sao paulo no Brasil. Ainda nao acabei e até logo

Anónimo Luanda
Os bancos com capitais portugueses, especialmente o BFA e o BESA são muito segregacionistas. Essa coisa da competência é apenas capa. Eles não podem esquecer que estão num país africano e que têm obrigação de prover o negro. Os sulafricanos fizeram uma lei de black empowerment. Angola precisa de algo igual. O governo tem de fazer na Banca algo parecido com o que faz nos petróleos: estabelecer metas de angolanização de quadros

Realista
Meu caro anonimo ou minha cara anonima, os mulatos que ocupam a maior parte dos bons postos de trabalho nem por isso sao competentes ouvieste? Mas a culpa eh dos negros que pensam que a mulher mulata eh melhor em tudo. Os brancos e os mulatos podem pronunciarm melhor as palavras jah que os seus pais sao brancos ou portugueses, mas na escola temos todos as mesmas notas. Eu cah por mim os mulatos podiam muito bem bazar para Portugal ainda hoje ou, o mais tardar, amanha!

Anónimo Luanda
A sede pelo poder está bem patente nestas ultimas notícias publicadas pelos jornais privados. Os negros querem governar tudo mesmo sem qualificações e infelizmente a sede dos votos vai levar a enveredarem por essa via. O lema para as próximas eleições devia ser “vamos promover os incompetentes porque são negros, e porque dão votos”.
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