O Governo indiano e várias ONG's estão lutando, com todas as armas, para pôr fim com as doenças provocadas pelos produtos que tornam a pele mais clara. "O melhor remédio é aceitação de si mesmo", repetem os activistas. Diz-se que o racismo indiano é delicado, os mais escuros já estão fora do jogo, e eles sabem: servem para fazer figuras.
O indiano "mbumbu", segundo crônicas urbanas do Globalvoices, cresce sabendo que pertence a categoria dos desprezados, e tudo pode mudar se poder singrar na escola, e conseguir um bom lugar nas administrações estatais ou privadas. Com espontaneidade: coitados dos escuros; ou torna-se clarinho, correndo risco do cancro da pele, ou está fora do baralho.
Obviamente existem as excepções.
Em ÁFRICA, para tornar-se claro, são famosos os produtos nigerianos e congoleses, tais como: o Mecaco e o Movats. Estas duas joias "carregadas de mercúrio" e outros produtos de beleza com altas concentrações de materiais cancerógenos, são responsáveis por muitas mortes sem causas claras.
Infelizmente, até mesmo em Angola, muitos cidadãos tinham recorrido aos produtos acima citados. Usavam-se prevalentemente nos tempos em que se dizia que, procurar trabalho com "cambas" mais claros, era como ficar em casa: "os mais claros" viriam a ser chamados e integrados, enquanto tu já eras. Cfr. Músicas do Sebém. Um passado recente que, espero sinceramente, constitua somente recordações amargas.
Mundo cão!
Via | #fpb aka #angola2017
#angola #racismo #peleclara #brancos #negros #luanda #india#mumbai #peleescura
quarta-feira, agosto 28, 2013
COR DA PELE? | A BRANCA é melhor!? | ÍNDIA a beira de uma crise de racismo sem precedentes?
terça-feira, agosto 27, 2013
PEQUENOS & GRANDES FURTOS | Se urge uma reeducação da sociedade angolana, por Francisco Pacavira
Todas as sociedades têm os próprios problemas que, normalmente, são proporcionais ao nível de desenvolvimento político-cultural das mesmas. Angola está vivendo o seu décimo primeiro aniversário de paz, no qual nos apresentamos com uma experiência decenal de renovado empenho pelo desenvolvimento integral da nossa sociedade. Ouso afirmar: Angola de hoje é melhor daquela de ontem.
TODAVIA, não obstante os vários progressos que registamos, muitas questões continuam sem resposta, sobretudo aquelas ligadas a corrupção. Em abono da verdade, é um fenômeno social presente em todas as sociedades, que se desenvolvem com maior vigor, nos momentos post-guerra. Um fenômeno, que se não for combatido em momento certo, torna-se numa cultura: a cultura da ilegalidade. Angola encontra-se no momento histórico ideal para combater seriamente os vários vícios sociais, relativos a administração da coisa pública e não só.
PROVA DOS NOVE. Partindo da notícia em anexo, gostaria de colocar à sua atenção algumas questões relativas a legalidade, a aplicação e ao respeito das leis.
Diz-se que a "Culpa" morreu solteira. Observando a notícia em anexo, eu questiono: o problema angolano é de cariz social, político ou cultural? É ainda consequência da colonização, do analfabetismo ou fruto de aproveitamentos? QUAL foi o papel dos "Partidos Políticos" na criação desta paisagem ética e moral? Existe em Angola uma SOCIEDADE CIVIL? Muitos dizem que sim, outros afirmam que não. Eu digo que existe. Mas, nesta óptica, qual foi o seu papel? O que esta tem feito para melhorar a sociedade angolana em geral? Já existem frutos? O que fazer nos próximos anos? O que fazer já amanha? O que fazer hoje?
A questão é delicada, mas não impossível. De qualquer forma, se as nossas reflexões nos portassem a concluir que todos os angolanos estão dentro desta panela, quem tem o dever de começar a mudar esta realidade? Somos todos chamados a combater os vícios que se apresentam na gestão dos bens comuns. O primeiro passo é a consciencialização dos nossos direitos e deveres, pautados na Carta Constitucional. O segundo passo é vincar tais direitos, que se consubstanciam também nas denúncias de todos os erros de administração que venhamos a conhecimento. O terceiro passo é tornar-se num agente pelo bem comum, sobretudo informando os mais débeis e trabalhando com as Instituições de direito.
Tudo pode e deve ser melhorado. Angola está melhorando, contudo a estrada que temos pela frente é mais longa daquela que já fizemos. Dos pequenos aos grandes erros, as denúncias fundamentadas ajudam a desenvolver a nossa sociedade. Se cada um de nós fizesse o próprio dever, já teríamos uma Angola mais angolana, mais africana, mais nossa, de todos os angolanos e amigos de Angola.
Estamos juntos, porque a vitória é certa!
Via | #fpb aka #angola2017
#angola #moral #etica #partidos #desenvolvimento#luanda #huambo #lubango #malanje #cabinda#lundanorte
quarta-feira, agosto 21, 2013
EXEMPLOS - Presidente do Banco Africano de Desenvolvimento elogia Isabel dos Santos
Donald Kaberuka, Presidente do Banco Africano de Desenvolvimento, apontou Isabel dos Santos como empresária exemplar no contexto do desenvolvimento das economias africanas.
“A Isabel é um exemplo para as mulheres africanas, mas não só, é um exemplo para todos os africanos”, afirmou na reunião do BRICS Business Council, um evento de alto nível que reuniu em Joanesburgo, de 19 a 20 de agosto, representantes políticos e empresários do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (os chamados BRICS) e de outros países africanos para discutirem medidas concretas para aumentar os laços negociais, comerciais, de industrialização e de investimento entre os países BRICS e África.
A sessão, em que Isabel dos Santos participou na qualidade de administradora da Unitel e do Banco BIC, foi moderada por Donald Kaberuka e contou também com a participação de Johann Rupert, presidente da Richemont And Remgro, Mo Ibrahim, presidente da Fundação Mo Ibrahim, Alhaji Aliko Dangote, presidente do Dangote Group e Jim Ovia, co-fundador do Zenith Bank.
Dinheirovivo|Agências
terça-feira, agosto 20, 2013
SOBRE A POLÍTICA DE QUADROS EM ANGOLA | O país necessita de uma legislação específica
Dia sim, dia não, recebemos informações relativas a falta a de quadros angolanos, falta de homens e mulheres formadas e/o instruídas para responder as crescentes necessidades de um país em constante desenvolvimento, de uma sociedade cada vez mais complexa. Tais informações, porem, são incompletas, visto que justificam com dados claros e consultáveis, a situação dos quadros angolanos dentro e fora do país.
Quem se recorda das brilhantes iniciativas dos Quadros Angolanos no Exterior? Em 1990, realizou-se em Lisboa o 1º Congresso dos quadros angolanos no exterior, seguiram-se encontros em vários países da diáspora, e no fim do percurso, em 2004, realizou-se em Luanda o 1º Encontro de Quadros Angolanos na diáspora. Uma iniciativa salutar que muitos esperavam se repetisse por muitos anos a seguir. A título de reflexão: quais foram as conclusões dos últimos eventos? Quais políticas se elaboraram para dar sequência as conclusões dos mesmos? Quem hoje deve responder por tais questões? O que é feito daqueles que encontraram colocação? São tantas as problemáticas abertas que nem adianta continuar a questionar.
Sem sombra de dúvidas, Angola necessita de quadros. Mas, uma questão surge espontânea: o que se faz para melhor aproveitar os quadros que temos? Existe alguma instituição que se ocupa da localização e avaliação dos mesmos, em vista de possíveis colocações nas várias partes de Angola? O que faz o Ministério da Educação sobre este aspecto? Até quando teremos que esperar para vermos aplicadas algumas das conclusões dos encontros a cima citados?
O capital intelectual não se compra, e constitui "pedra" estratégica na construção de um país que se respeite. A "Trincheira firme da revolução em África" constrói-se com angolanos - e amigos comprovados - capazes de darem o melhor de si por esta pátria. Como podemos liderar a SADC se ainda importamos para Luanda cebola e tomate? Onde estão os milhares de jovens agrônomos que estudaram em Cuba? Eis então a constatação da necessidade de um quadro legislativo sobre este aspecto.
Considerando as várias necessidade do nosso país, vamos esperar trabalhando. Vamos esperar pressionando para que, no mais curto espaço de tempo, o Ministério da Educação unido ao da Juventude e Desporto possam criar políticas comuns em vista da valorização dos quadros angolanos, dentro e fora do país. É junto o momento "Que se crie uma instituição" que vele absolutamente sobre a situação do quadros; uma instituição que tenha dados actualizados sobre as necessidades estratégicas que a nossa econômica e sociedade em desenvolvimento; uma instituição com personalidade jurídica e alta "reputation" de modos que possa sugerir aos jovens em quais campos formar-se em vista da construção de Angola. Os jovens necessitam de orientação.
Angola pode, mas temos que participar.
Cfr. Aprofundamento últil:
- Dados estatísticos sobre a formação de quadros angolanos dentro e fora de Angola. Inclui a história da educação em Angola. http://tinyurl.com/kne25fp
- Notícia da Angop sobre os "Quadros angolanos e condições de vida".http://tinyurl.com/knm823q
Via | #fpb aka #angola2017
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segunda-feira, agosto 19, 2013
ÚLTIMA HORA - EGÍPTO: O Significado de "Democracia" para Militantes da Irmandade Muçulmana.
CHOC : Il se filme en violant une Copte en... di BlogCopte
-> Mulheres cristãs coptas, em pleno dia, insultadas, violadas física/sexualmente por muitos militantes ao som de Allah Akbar. Para futura memória.<-
A democracia tornou-se numa palavra vazia. Tal e qual uma cabaça, sabemos o que vemos por fora, mas não temos nenhuma certeza das propriedades internas. Como é sabido, a democracia não se reduz ao processo eleitoral, mas se estende ao funcionamento das instituições, a defesa das minorias, a participação da sociedade civil, ao respeito da Constituição, a certeza das penas, a igualdade dos direitos e muito mais.
O que será do Egípto? Ninguém tem a mínima certeza, visto que são tantos os interesses em jogo. Mas uma coisa é certa, vários outros países africanos ainda serão desestabilizados. A questão é saber quem será o próximo.
Ontem o jornal americano, The New York Times, divulgou a notícia segundo a qual o Estado de Israel ajudou o general Abdul Fatah Sisi a efectuar o golpe que destituiu o presidente eleito Mohamed Morsi. Segundo a fonte do NYT, o general Sisi, antes de agir, pedira garantias que o Estados Unidos não cortariam as ajudas militares estimadas em 1bilião e 500milhões de dólares anuais. Ao que tudo indica, assim será, visto que os USA têm maior interesse em manter o Egípto sob a sua área de influência e os cortes ajudariam reforçar duas possíveis forças de influência: àquela russa e da Arábia Saudita.
A título informativo: o que mais interessa aos USA são as relações pacíficas e econômicas entre Israel e Egípto. A segurança de Israel não é negociável. Relações que se configuram nos acordos de Camp David, dos quais se acordara a possibilidade de Israel gerir a zona fronteiriça do Sinai, hoje infestadas por grupos terroristas.
Sobre a zona do Sinai: enquanto escrevo estas linhas, a agência Reuters está passando a notícia do assassinato de vinte cinco polícias e um General do exército egípcio por parte de um grupo terrorista ainda não identificado.
Estamos presenciando o início de uma história cujo o desfecho reserva milhares de surpresas. O importante é informar-se, entender o que se passa e agir, porque o que se está passando no Egípto, cedo poderá repetir-se em outros países africanos.
Era uma vez a "Primavera Árabe".
Via FPB aka #Angola2017
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