quarta-feira, julho 14, 2010

Portugal: Presidente do BPI (Fernando Ulrich) prevê forte crescimento económico em Angola

Lisboa - O presidente do Banco BPI, Fernando Ulrich, revelou hoje que os economistas da instituição antecipam um crescimento anual da economia angolana em torno dos sete a oito por cento, durante os próximos anos.

Fernando Ulrich

"Temos uma leitura bastante positiva para Angola nos próximos anos", disse à Lusa Fernando Ulrich, no final de um evento dedicado ao país africano que hoje decorreu em Lisboa. 

Em vésperas da visita oficial do Presidente da República, Cavaco Silva, a Angola - acompanhado por uma comitiva de líderes das principais empresas portuguesas -, país que receberá ainda a próxima cimeira da CPLP, que contará com a presença do primeiro-ministro José Sócrates, Ulrich mostrou-se esperançado com o aumento da cooperação entre os dois países. 

"Confiamos que os acontecimentos na próxima semana vão ser muito importantes para o desenvolvimento das relações entre Portugal e Angola", sublinhou, acrescentando que aguarda "um novo reforço do relacionamento económico". 

"A economia angolana está numa fase de recuperação, depois de algumas dificuldades registadas no ano passado, fruto da descida muito acentuada do preço do petróleo, desde meados de 2008 até ao ano passado", salientou o presidente do BPI, frisando que "entretanto, o preço do petróleo recuperou e tem estado estabilizado entre os 70 e os 80 dólares por barril, o que é um nível já muito favorável para os países exportadores de petróleo, como é o caso de Angola". 

O banqueiro considerou que "esse facto tem contribuído para uma melhoria da situação económica angolana", apontando ainda para os últimos anos, durante os quais "Angola tem vindo a desenvolver as suas infraestruturas, o que tem permitido melhorar também o sector não petrolífero da economia". 

"Angola está numa fase de recuperação e as reservas cambiais têm aumentado bastante", reforçou. 

Durante a conferência "ABC Mercado: Angola e as Províncias - conhecer para exportar melhor", a economista chefe do BPI, Cristina Casalinho, assinalou que, depois de a economia angolana ter crescido a dois dígitos entre 2006 e 2007, "daqui para a frente será muito difícil voltar a ritmos de crescimento de dois dígitos", apontando para valores entre os 7 e os 8 por cento anuais. 

"Entre 2002 e 2006 a economia angolana cresceu mais de seis vezes", realçou, considerando que "2010 é o primeiro ano de evolução normal da economia angolana" e elogiando a recuperação das reservas cambiais, a normalização do défice externo e o aumento das receitas petrolíferas. Lusa

terça-feira, julho 13, 2010

Internet: Facebook cria "botão de pânico" para menores dos 13 aos 18 anos

A rede social Facebook vai adoptar uma novo aplicativo destinado a melhorar a segurança dos utilizadores mais novos, anunciou hoje um grupo de protecção de menores, citado pela Reuters

Segundo a Child Exploitation and Online Protection Centre (CEOP), a aplicação funciona como um 'botão de pânico'. Quando um utilizador menor detecta que a sua página pessoal foi adicionada por um indivíduo suspeito – alguém que se faz passar por uma pessoa mais nova ou um pedófilo, por exemplo - pode reportar essa situação com um simples clique do rato.

O sistema é particularmente destinado a utilizadores dos 13 aos 18 anos. 

'Desenvolvemos um novo método para que os jovens fiquem mais seguros online', disse Joanna Shields, a vice-presidente do Facebook para a Europa, Médio-Oriente e África, citada pela Reuters.

Ainda segundo a CEOP, uma mensagem automática aparecerá nas 'homepages' de todos os utilizadores menores, convidando-os a instalar o novo aplicativo.
O Facebook está sob pressão de organizações internacionais de protecção de menores para melhorar as suas medidas de segurança, especialmente depois de, no fim do ano passado, Ashleigh Hall, uma rapariga inglesa de 17 anos, ter sido raptada, violada e assassinada por um homem que se tinha feito passar por um jovem na maior rede social da Internet. Com agências


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Portugal/Economia: Agência Moody's corta "rating" da dívida portuguesa

A agência de notação financeira Moody's reviu hoje em baixa o "rating" da dívida portuguesa em dois níveis, de Aa2 para A1, com um "outlook" estável.

De acordo com a Moody's, esta revisão em baixa tem em conta o facto de "a força financeira do Governo português continuar a enfraquecer a médio prazo, evidenciado pela deterioração crescente dos números da dívida do país, como a dívida em percentagem do PIB e a dívida em relação às receitas".

"As perspectivas de crescimento da economia portuguesa permanecem fracas, a menos que as recentes reformas estruturais comecem a dar frutos a médio/longo prazo", acrescenta.

O "outlook" da Moody's -- que permanecia negativo desde Outubro -- é agora "estável", com os riscos de subida e descida equilibrados.

A Moody's alertou que poderia baixar "um ou dois níveis" o 'rating' da dívida portuguesa a 5 de maio, reflectindo a recente deterioração das finanças públicas portuguesas, assim como os desafios da economia a longo prazo. Lusa



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Portugal/VIOLÊNCIA: 29 mulheres assassinadas pelos companheiros em 2009

"Todo o mundo é país" é uma das frases italianas que mais uso para referir-me a problemáticas que não têm confim. Destas, a violência doméstica é a mais frequente. Nos últimos 7 dias, em Itália, se contaram mais de 6 mortos por violência dométicas de índole passional, hoje aprendo que Portugal não é excepção. Oh minha nossa. Eis que publico trago a vós a notíca da violência doméstica em Portugal:


Lisboa - O Observatório das Mulheres Assassinadas (OMA) contabilizou 29 homicídios e 28 tentativas em 2009, menos 14% de mortes que no ano anterior. Maria José Magalhães, presidente da associação que gere o observatório, explica que a diminuição poderá dever-se à "alteração à lei que prevê a detenção do agressor sem ser em flagrante delito e uma maior sensibilização da população".

Mas a presidente da União das Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) sublinha que um ano "é pouco tempo para perceber se há uma tendência para diminuírem as vítimas mortais de violência doméstica". Até porque em 2007 também baixaram os homicídios, de 36 (2006) para 22, e, no ano seguinte, mais que duplicaram.

As vítimas mortais são mulheres entre os 36 e 50 anos (44,8% dos casos), mas 27,6% têm entre 24 e 35. E continua a diminuir o grupo das que têm mais de 50 anos, o mais atingido em 2004 (ano de criação do OMA) e 2005.

Os agressores são ligeiramente mais velhos: 50% têm entre os 36 e os 50 anos e 25% têm mais de 50. "As relações mais prolongadas, entre idosos não constituem salvaguarda para as mulheres e a sua segurança tem de ser também resguardada com maior eficácia", salientam os responsáveis do OMA.

Em regra, são homens com quem a vítima ainda mantém uma relação, 62% nos homicídios e 58% nas tentativas. Mas "não deixa de ser extremamente preocupante que 38%, no caso dos homicídios, e 21%, no caso das tentativas, sejam levados a cabo por homens de quem as vítimas já se separaram", sublinham.

Lisboa (6), Castelo Branco, Vila Real e Santarém, estes últimos com três vítimas mortais cada, são os distritos que apresentam um maior número de mulheres assassinadas. Em relação aos meses, e ao contrário dos primeiros anos de levantamento do OMA, em que se registavam mais crimes no Verão, Novembro foi o mês com mais casos. Nestes seis anos, registaram-se já 208 homicídios e 243 tentativas de homicídio.

O levantamento do Observatório das Mulheres Assassinadas é baseado nas notícias dos jornais, existindo a preocupação de acompanhar as situações em que a vítima não tem morte imediata. Por Céu Neves



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sexta-feira, julho 02, 2010

Meu amor com a nacional brasileira acabou: BASTA!

Não existem mais os jogadores de um tempo, os grandes marcadores, os grandes defesas. Hoje o Brasil me tirou a água da boca. O que importa ter em casa mil jogadores de grande qualidade se depois não conseguimos ganhar até a Holanda.

Quanta tristeza!





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