Estas sao as Quedas de Calandula,
quarta-feira, julho 14, 2010
Malanje: Grupo empresárial pretende explorar Quedas de Mbango-a-Nzenza em Calandula
Estas sao as Quedas de Calandula,
Crise em Angola afectou relacionamento económico com Portugal no início do ano
Peixe que os angolanos pensam que sai de Portugal. Beleza da natureza e do conhecimento!
"É perfeitamente normal, porque a queda do preço do petróleo e outras causa internas deram alguma perturbação a Angola em termos de disponibilidade de divisas. E como sabemos, há uma dívida", sustentou.
Mas os números mostram que o interesse pelo mercado angolano não diminuiu. Quase 90 empresários, a maioria de Pequenas e Médias Empresas (PME), integram a missão empresarial que acompanha a visita, na próxima semana, do Presidente da República a Angola e a estes juntam-se 105 que vão participar na FILDA, a mais importante feira industrial de Luanda.
Além disso, as previsões de instituições internacionais, das autoridades angolanas e de bancos de investimento são de que este ano haja uma aceleração da actividade económica em Angola, alicerçada num aumento das receitas petrolíferas e maior dinamismo dos sectores não energéticos, como a construção, serviços, agricultura e outros.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê uma aceleração do crescimento económico angolano para 6,7 por cento este ano e para 8,3 por cento em 2011, reflectindo uma melhoria do enquadramento económico mas também a estabilização da procura interna.
"O que temos é de arranjar as medidas que permitam às empresas, fundamentalmente as PME, que não podem suportar muitos atrasos de pagamentos, estar naquele mercado", defendeu Basílio Horta.
Referindo-se à medida anunciada pelo ministro português das finanças, de que dívidas até 30 milhões de euros serão pagas a 50 por cento, até 50 milhões de euros serão pagas 30 por cento e, acima disso, serão negociadas caso a caso, e a linha de crédito criada de 500 milhões de euros, considerou que isto "é já uma solução".
http://economia.publico.pt
Portugal: Presidente do BPI (Fernando Ulrich) prevê forte crescimento económico em Angola
Em vésperas da visita oficial do Presidente da República, Cavaco Silva, a Angola - acompanhado por uma comitiva de líderes das principais empresas portuguesas -, país que receberá ainda a próxima cimeira da CPLP, que contará com a presença do primeiro-ministro José Sócrates, Ulrich mostrou-se esperançado com o aumento da cooperação entre os dois países.
"Confiamos que os acontecimentos na próxima semana vão ser muito importantes para o desenvolvimento das relações entre Portugal e Angola", sublinhou, acrescentando que aguarda "um novo reforço do relacionamento económico".
"A economia angolana está numa fase de recuperação, depois de algumas dificuldades registadas no ano passado, fruto da descida muito acentuada do preço do petróleo, desde meados de 2008 até ao ano passado", salientou o presidente do BPI, frisando que "entretanto, o preço do petróleo recuperou e tem estado estabilizado entre os 70 e os 80 dólares por barril, o que é um nível já muito favorável para os países exportadores de petróleo, como é o caso de Angola".
O banqueiro considerou que "esse facto tem contribuído para uma melhoria da situação económica angolana", apontando ainda para os últimos anos, durante os quais "Angola tem vindo a desenvolver as suas infraestruturas, o que tem permitido melhorar também o sector não petrolífero da economia".
"Angola está numa fase de recuperação e as reservas cambiais têm aumentado bastante", reforçou.
Durante a conferência "ABC Mercado: Angola e as Províncias - conhecer para exportar melhor", a economista chefe do BPI, Cristina Casalinho, assinalou que, depois de a economia angolana ter crescido a dois dígitos entre 2006 e 2007, "daqui para a frente será muito difícil voltar a ritmos de crescimento de dois dígitos", apontando para valores entre os 7 e os 8 por cento anuais.
"Entre 2002 e 2006 a economia angolana cresceu mais de seis vezes", realçou, considerando que "2010 é o primeiro ano de evolução normal da economia angolana" e elogiando a recuperação das reservas cambiais, a normalização do défice externo e o aumento das receitas petrolíferas. Lusa
terça-feira, julho 13, 2010
Internet: Facebook cria "botão de pânico" para menores dos 13 aos 18 anos
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Portugal/Economia: Agência Moody's corta "rating" da dívida portuguesa
A agência de notação financeira Moody's reviu hoje em baixa o "rating" da dívida portuguesa em dois níveis, de Aa2 para A1, com um "outlook" estável.
De acordo com a Moody's, esta revisão em baixa tem em conta o facto de "a força financeira do Governo português continuar a enfraquecer a médio prazo, evidenciado pela deterioração crescente dos números da dívida do país, como a dívida em percentagem do PIB e a dívida em relação às receitas".
"As perspectivas de crescimento da economia portuguesa permanecem fracas, a menos que as recentes reformas estruturais comecem a dar frutos a médio/longo prazo", acrescenta.
O "outlook" da Moody's -- que permanecia negativo desde Outubro -- é agora "estável", com os riscos de subida e descida equilibrados.
A Moody's alertou que poderia baixar "um ou dois níveis" o 'rating' da dívida portuguesa a 5 de maio, reflectindo a recente deterioração das finanças públicas portuguesas, assim como os desafios da economia a longo prazo. Lusa
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