quarta-feira, maio 22, 2013

ENCERRAMENTOS da Folha 8 e Rádio Despertar ainda não receberam qualquer aviso formal

director do jornal Folha 8, William TonetO director do jornal Folha 8, William Tonet, acusou as autoridades de tentarem intimidar os órgãos de informação que “não foram comprados pelo poder político angolano”.

Tonet reagia á Voz da América á ameaça feita na semana passada pelo ministério da comunicação social de mandar encerrar o jornal e ainda a Rádio Despertar por alegadamente “apelarem diariamente à desordem pública” e ainda por “ofensas e calúnias ás instituições do estado”.

O aviso foi publicado em órgãos de informação estatais mas nem o Folha 8 nem a Rádio Despertar receberam qualquer notificação formal por parte das autoridades.

A Voz da América tentou falar com o titular do Ministério da Comunicação Social (MCS) sobre as razões da não notificação dos referidos órgãos mas o mesmo afirmou que irá pronunciar-se sobre a questão em próximas ocasiões.

O responsável da Rádio Despertar, Envagelista Calia, disse à Voz da América que enquanto não receberem qualquer informação oficial do MCS o seu órgão não vai se pronunciar.

Para William Tonet do jornal Folha 8 , o comunicado do executivo angolano, “é uma verdadeira ameaça” .

William Tonet adianta ainda que a referida perseguição é apenas para os órgãos que não foram comprados pelo puder político angolano.

Via|Voa

terça-feira, maio 21, 2013

BRASIL | Repórter chora após Rodrigo Lombardi condicionar entrevista a sexo oral

Actor Rodrigo Lombardi

Um episódio envolvendo o ator Rodrigo Lombardi, de 35 anos, vem dando o que falar nos bastidores da Rede Globo. O protagonista de “Salve Jorge” teria feito uma repórter do “Vídeo Show” chorar após um comentário indelicado. Segundo a coluna “Retratos da Vida”, do jornal “Extra” deste sábado (18), o galã foi abordado pela jovem no corredor dos estúdios da novela.

A repórter teria pedido que Rodrigo gravasse um depoimento. De acordo com a publicação, o ator disse que só responderia às questões se a integrante da equipe do “Vídeo Show” fizesse sexo oral nele.

Várias pessoas que estavam no corredor teriam ouvido a “brincadeira”. Constrangida, a repórter chorou e registrou uma queixa formal contra Rodrigo Lombardi.

Essa não é a primeira vez que a equipe do “Vídeo Show” se vê envolvida em uma polêmica. Em 2009, enquanto a repórter Geovanna Tominaga entrevistava Suzana Vieira, a atriz tomou o microfone da mão da jovem e disparou: “Com licença, eu vou pegar o microfone dela. Sabe por que? Eu não tenho paciência para uma pessoa que está começando”.

CANNES 2013: Actor Matt Damon se compara a Sharon Stone após cena de sexo com Michael Douglas

Em "Behind the Candelabra", de Steven Soderbergh, que concorre 'a Palma de Ouro em Cannes, Matt Damon faz um de seus papeis mais ousados. Um dos heróis de ação em Hollywood por causa da trilogia "Bourne", Damon interpreta agora Scott Thorson, um jovem que se envolveu romanticamente com o pianista gay Lee Liberace (1919-1987) em meados dos anos 70.

Actor Matt Damon

No filme de Soderbergh, Damon precisa beijar e dividir a cama diversas vezes com Michael Douglas, dono do papel do músico 40 anos mais velho. "Agora eu tenho coisas em comum com Sharon Stone, Glenn Close e Demi Moore", brinca o astro na primeira entrevista em Cannes para a imprensa mundial, lembrando as atrizes que fizeram par romântico com Douglas em "Instinto Selvagem" (1992), "Atração Fatal" (1987) e "Assédio Sexual" (1994). "Podemos dividir várias histórias sobre Michael."

O ator também não exigiu dublê de corpo para as cenas de nudez, mostrando um bronzeado com marcas na região glútea que virou um dos temas da entrevista coletiva. "Quando Matt me sugeriu de fazer um bronzeado brasileiro [como os americanos chamam o bronzeado com marca de biquíni ou sunga], eu perguntei: "O mundo realmente precisa ver isso?'", conta Soderbergh, gargalhando.

"Eu falei para a equipe de filmagens que a visão do meu bronzeado brasileiro não poderia ser esquecida, ficaria marcada em suas mentes para sempre. Pensem bem." Quem falou que o Brasil não estava na competição principal de Cannes?

domingo, maio 12, 2013

ANGOLA 2013: Exportações de petróleo angolano voltam a descer em Junho

As exportações petrolíferas angolanas deverão voltar a descer em Junho, com contratos confirmados de 1,63 milhões de barris diários, depois de em Maio terem atingido um dos valores mais elevados de sempre, segundo previsões de especialistas ligados ao sector.

Todavia, Angola dispõe ainda de três cargueiros para venda, noticiou hoje a Bloomberg, que cita quatro operadores.

Os contratos de venda de petróleo confirmados de Angola, segundo maior produtor da África subsaariana, dizem respeito a 51 cargueiros e totalizam 1,630 milhões de barris diários, distante dos 1,831 milhões vendidos em Maio e correspondentes a 58 cargueiros.

Operadores do mercado de hidrocarbonetos citados, e que pediram para não serem identificados porque se trata de informação confidencial, classificam a quebra de exportações como "normal", atendendo à época do ano.

Os especialistas citados acreditam que os números das exportações de petróleo angolano para Julho deverão começar a ser conhecidos na próxima semana.

O petróleo é o principal produto de exportação de Angola, com o sector petrolífero a representar 45 por cento do Produto Interno bruto, 70 por cento das receitas fiscais e 90 por cento das exportações.

As reservas de petróleo de Angola foram fixadas há cerca de um mês, em Hamburgo, Alemanha, pelo ministro dos Petróleos, Botelho de Vasconcelos, em 12,667 mil milhões de barris.

Lusa/Xyami

BRASIL 2013: O mundo reconhece a liderança brasileira no comércio; merece a direcção do WTO

O diplomata brasileiro disputou o cargo com o mexicano Herminio Blanco, de 62 anos. O novo director-geral toma posse a 31 de Agosto, substituindo o francês Pascal Lamy. A eleição foi disputada até ao último minuto.
Azevêdo teve apoio do grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), além dos países de língua portuguesa e de várias nações da América Latina, da Ásia e de África. Desde 2008, o novo director é representante permanente do Brasil na OMC. Azevêdo está directamente envolvido em assuntos económicos e comerciais há mais de 20 anos. O embaixador brasileiro foi chefe do Departamento Económico do Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty, de 2005 a 2006, e chefiou a delegação brasileira nas negociações da Ronda de Doha da Organização Mundial Comércio, sobre liberalização de mercados.
Diplomata de carreira, Roberto Azevêdo também representa o Brasil na Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), no Conselho das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad), e na União Internacional de Telecomunicações (UIT). O diplomata construiu a sua carreira nas áreas da economia e comércio internacional, em especial na resolução de litígios. Na terça-feira, a União Europeia e a Croácia, que têm 28 votos, fecharam o apoio ao mexicano. Mas os negociadores brasileiros mantiveram o optimismo, uma vez que o processo eleitoral na OMC não envolve apenas o voto. É necessário negociar um acordo que agrade à maioria, eliminando ao máximo o índice de rejeição.
Na eleição da OMC, cada um dos 159 países que integram o órgão vota no nome da sua preferência. Para vencer, é preciso ter um mínimo de 80 votos e obter o consenso entre os países. A escolha é feita em três etapas.  O processo de eleição para a OMC começou no final de Março, com nove candidatos. Na segunda fase, encerrada no dia 25, ficaram cinco. No final de Abril, a OMC comunicou que tinham passado à fase final apenas os candidatos do Brasil e do México.

Proteccionismo
Os presidentes do Brasil, Dilma Rousseff, e do México, Enrique Peña Nieto, participaram directamente nas negociações, fazendo telefonemas e conversando com os líderes mundiais.
Ainda durante o processo de eleição, Roberto Azevêdo contestou as críticas das nações ricas de que o Brasil está a tornar-se mais proteccionista. “Eu, como candidato e como director-geral, não vou estar a representar o Brasil”, disse Roberto Azevedo em entrevista à Reuters, na semana passada. “Cheguei à recta final desta selecção do próximo director-geral com essas reclamações em cima da mesa, não muda nada. Significa que há um entendimento entre membros do Organização Mundial do Comércio de que o candidato tem de ser independente do seu país e deve ser avaliado à luz do mérito da sua candidatura”.
A postura de mão pesada do Brasil em relação ao comércio tornou o país alvo de queixas de países ricos, como os Estados Unidos e o Japão, e de companheiros emergentes, como a China e a Coreia do Sul, que reclamaram a subida das taxas para conter importações e proteger a indústria local. O Brasil tem dito que estas medidas são permitidas pelas regras da OMC.
Projecções da OMC
Num documento posto a circular na Organização Mundial do Comércio, em meados de Abril, a União Europeia, o Japão e os EUA, diziam que o Brasil adoptou medidas para elevar exigências de conteúdo local que “discriminam” bens importados, incluindo carros, telemóveis e até fertilizantes.  Mesmo sendo respeitado em círculos diplomáticos pela sua capacidade de construir consenso, Roberto Azevêdo foi criticado pelos seus esforços para levar a OMC a discutir o impacto de flutuações cambiais sobre o comércio mundial.
A credibilidade da OMC sofreu um sério golpe em 2011, quando os seus membros reconheceram que as discussões de dez anos da Ronda de Doha - que deviam culminar num novo e arrojado acordo comercial - estavam, se não mortas, pelo menos num impasse. Desde que a crise financeira global de 2008 estoirou, o comércio mundial sofreu bastante, crescendo míseros dois por cento no ano passado, menor aumento anual desde o início da base histórica em 1981 e segundo menor dado após 2009, quando o comércio diminuiu. A OMC cortou a sua projecção de crescimento do comércio em 2013, para 3,3 por cento, ante 4,5 por cento, e alertou sobre a ameaça proteccionista.
A Europa, fulminada pela recessão, e os Estados Unidos, num processo de lenta recuperação, estão a enfrentar dificuldades para impulsionar as suas exportações através de novos acordos comerciais regionais que, segundo alguns especialistas, podem minar a relevância da Organização Mundial de Comércio.
“Essas negociações plurilaterais, bilaterais e multilaterais sempre aconteceram. O problema é que o multilateral parou de evoluir”, disse Roberto de Azevedo. “Temos um sistema de regras que reflecte a realidade do mundo de negócios de há 30 anos, o que significa que o que devia ser o motor do comércio mundial parou”.

Via|JA

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Postes populares