sexta-feira, julho 26, 2013

President Obama, Race and the Ku Klux Klan By MICHAEL WINERIP

In 1986, as the suburban columnist for The Times, I interviewed the head of the Ku Klux Klan. The man lived in Shelton, Conn., and until then, the national news stories had talked about what a social commentary it was, that the new imperial wizard came from the North — the idea being that racism wasn’t just a Southern problem.

This, of course, was true, although when I visited the wizard, I realized North versus South wasn’t the real story.

The real story was that James Farrands was awfully small potatoes, a tool and die machinist who ran the Klan from the national headquarters in his garage. The state police at the time estimated there were 15 Klan members in Connecticut — mostly Mr. Farrands’s relatives.

There was, however, one thing Mr. Farrands said during that interview that I have never forgotten and came to me again on Friday. It was while listening to President Obama’s speech on race, made after the acquittal of George Zimmerman in the killing of Trayvon Martin, a black teenager.

Mr. Farrands was the first Roman Catholic imperial wizard, which surprised me because Catholics had long been one of the targets of the Klan.

How could this be? I asked.

He said that since John F. Kennedy’s presidency, Catholics have been admitted to the Klan. “If a Catholic could be president, then he could join the Klan,” Mr. Farrands said.

I asked if this meant that if a Jew became president, Jews could join.

“A ticklish question,” Mr. Farrands said. “A very ticklish question. We don’t take Jews. They’re not Christians.”

And what if a black Christian became president? “Come on,” the imperial wizard said, rolling his eyes. “There’ll never be a black president.”

In 1986, the imperial wizard found it hilarious — inconceivable — that a black person would ever be elected president.

Few in my generation, myself included, could imagine such a thing, and yet just 22 years after my visit to the wizard, it happened.

I’ve been struck watching the demonstrations in reaction to the verdict that the protesters — while vocal, and angry — have largely been peaceful and that there have been many whites among them.

I remember the shock as a white teenager living in a white suburb, watching the race riots on the TV news after the assassination of the Rev. Dr. Martin Luther King Jr. And being a young, scared reporter in Miami in 1980, ducking behind my car as bullets flew by during riots protesting the acquittal of four white police officers in the death of an unarmed black man named Arthur McDuffie.

As I watched President Obama speak to the White House press corps, what struck me was how such strong words were delivered with such restraint. He spoke like somebody who knew that one inflammatory phrase would do him in.

On one hand, he complimented the judge and lawyers at the Zimmerman trial for being professional and noted that reasonable doubt was a factor. He pointed out that young black men are disproportionately perpetrators as well as victims and called for peaceful protests, saying violence would dishonor Trayvon Martin and his family.

But the president also spoke of black men routinely being racially profiled — shopping, crossing the street, riding in an elevator.

He questioned what the outcome would have been if circumstances had been reversed, and the black teenager was the shooter: “Do we actually think that he would have been justified in shooting Mr. Zimmerman, who had followed him in a car, because he felt threatened?”

And then there was the line that may prove the most enduring: “Trayvon Martin could have been me 35 years ago.”

Twenty-seven years ago, when I asked the imperial wizard how he responded to people who said the Klan spreads hate, he answered: “Hate? We’re trying to spread love. Love for Christians. Love for white people. Love for the holy Bible. Oh heck, I love the colored people. I love the ones in the South more than the North. Why? Because they’re farther away. Ha ha!”

As I age, I have come to believe that a lot that passes for progress is really just change. But in matters of race, I think change really has been progress. When I look at my own family, I know that I am better about race than my parents were, and my children are better about it than I am.

Which was how President Obama concluded his comments: “We should also have confidence that kids these days, I think, have more sense than we did back then, and certainly more than our parents did or our grandparents did, and that along this long, difficult journey, you know, we’re becoming a more perfect union — not a perfect union, but a more perfect union.”

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segunda-feira, julho 15, 2013

DE QUEM SE TRATA | Pode a Humildade e a Persistência mudar a história de um País?

De quem se trata - Francisco Pacavira

Será verdade que uma imagem vale mais que mil palavras? Certamente algumas fotografias dispensam didascália, visto que acarretam consigo vários significados, inúmeras histórias, sonhos e esperanças sem fim.

O mesmo diz-se de certas personagens que, presentes ou ausentes, dispensam apresentações. A presente fotografia é emblemática. Por este facto, durante a leitura, tente responder algumas das questões colocadas. Dê um sentido à esta história.

Pois bem, amigos e amigas, observando o retrato colhem-se várias mensagens, mas nós pretendemos destacar a auto-estima transbordante, a coragem de opções contra-corrente, a determinação, assim como, uma certa vontade de viver. Il “resto è noia – o resto é tédio”, dizia Franco Califano, um prestigiado músico romano dos anos Setenta.

A primeira questão surge espontânea: quem foi verdadeiramente este “pequeno pobre” que soube usar o dom precioso que Deus lhe deu, para transformar a sua vida e o curso da história do seu País? Sobre o seu carácter, vários biógrafos apaixonados, como o escritor americano James Haskins, são unânimes em afirmar que deste homem sobressai o valor estratégico da sua humildade e persistência, como catalizadores da realização dos melhores sonhos que um homem nutre. Mas, de quem se trata?

Reza a sabedoria ancestral africana que, “Deus não dá carne a quem não tem dentes”. Trata-se de um excelente ensinamento que, em várias ocasiões, minha mãe usava para elucidar-nos, sobre a necessidade e importância da aplicação e dedicação nos afazeres quotidianos, fossem eles de que índole fossem.

É nos detalhes da vida que se constrói o futuro de cada um de nós. Tens a certeza que se trata da pessoa que pensas?

Uma ajudinha: este homem não é angolano, mesmo que o amamos como um "mwangolé"; não é africano, mesmo que negro inteligente e simpático. Mas usou o melhor da sabedoria africana suspracitada. As suas raízes são confirmadas, África Pura, sangue potente das grandes tradições austrais. Mas, de quem se trata?

Enfim, quais são as três principais lições que podemos tirar da sua vida? O teu ponto de vista é importante para a comunidade de leitores, visto que enriquece a presente reflexão.
Ao chegares a esta linha, escreva o que pensas. E já agora, partilhe connosco as tuas três lições indispensáveis para o sucesso na vida.

Se lestes até aqui, partilhe o post e convida outros a fazerem o mesmo.

FPB

quinta-feira, julho 04, 2013

Evoro Morales, espionagem & covardia europeia

Evoro Morales, espionagem & covardia europeia
Os europeus são incorrigíveis. Para não ficar mal com o império norte-americano são capazes de violar todos os princípios que defendem nos fóruns internacionais. O presidente boliviano Evo Morales foi o último a experimentar as consequências dessa política de palavras solidárias e gestos mesquinhos. Um rumor infundado sobre a presença no avião presidencial boliviano do ex-membro da Agência Nacional de Segurança (NSA) norte-americana, o estadunidense Edward Snowden, conduziu a um sério incidente diplomático aeronáutico entre Bolívia, França, Portugal e Espanha.

Voltando de Moscou, onde havia participado da segunda cúpula de países exportadores de gás, realizada na capital russa, Morales se viu forçado a aterrissar no aeroporto de Viena depois que França, Portugal e Espanha negaram permissão para que seu avião fizesse uma escala técnica ou sobrevoasse seus espaços aéreos. Os “amigos” do governo norte-americano avisaram os europeus que Morales trazia no avião Edward Snowden, o homem que revelou como Washington, por meio de vários sistemas sofisticados e ilegais, espionava as conversações telefônicas e as mensagens de internet da maioria do planeta, inclusive da ONU e da União Europeia.

O certo é que Edward Snowden não estava no avião de Evo Morales. No entanto, ante a negativa dos países citados em autorizar o sobrevoo do avião presidencial, Morales fez uma escala forçada na Áustria. As capitais europeias coordenaram muito bem suas ações conjuntas para cortar a rota de Evo Morales. Surpreende a eficácia e a rapidez com que atuaram, tão diferente das demoradas medidas que tomam quando se trata de perseguir mafiosos, traficantes de ouro, financistas corruptos ou ladrões do sistema financeiro internacional. 
 
Extracto de um artigo publicado pela Carta Capital.

quarta-feira, julho 03, 2013

Vive as atrizes americanas que adotam crianças negras

Vive as atrizes americanas que adotam crianças negras, enquanto no Brasil, um país de raça mista, mais negro que branco, as pessoas adotam somente crianças parecidas com os casais, de preferencias loirinhas com os olhos azuis, os centros para a adoção estão repletos de crianças negras.

terça-feira, julho 02, 2013

EGÍPTO, HORAS CONTADAS: MORSI ENTRE DEMISSÃO, GUERRA CIVIL O GOLPE DE ESTADO

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Neste momento, 2 de Julho de 2013, "UM RIO INFINITO DE PESSOAS" invadiu as estradas do Cairo para pedir a demissão do actual presidente Mohamed Morsi (Irmão Muçulmano). Quem diria? Depois de tanto na sombra, esperando o momento de agarrar o poder com as unhas, nem dois e a festa já terminou? Será que este entra na "casística" segundo a qual, as vezes o feitiço vai contra o feiticeiro?

Ok, voltemos a nós. "O mais importante é resolver os problemas do POVO", repetiu muitas vezes, o Poeta Maior. E que relações podem existir entre o Dr. Agostinho Neto e a actual realidade do Egípto? - Poderias questionar-me -. Em poucas palavras, responderia: aos Irmãos Muçulmanos e a tantos políticos africanos, hoje, falta a visão do poder como serviço; o poder como instrumento precípuo para o melhoramento da vida dos próprios cidadãos.

Estamos assistindo com admiração as grandes manifestações dos povos turcos, brasileiros e pela segunda, fora das manipulações mediáticas, do povo egípcio. QUAL É A LIÇÃO PARA ANGOLA? De todos os acontecimentos internacionais, QUERENDO, podemos tirar uma lição.

As grandes revoluções nasceram de pequenos eventos.
Toda atenção é pouca. Toda precaução é necessária.

Obs: Se lestes até aqui, partilha esta nota.

Kingamba Mwenho | FPB

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