quarta-feira, dezembro 12, 2012

Seguros Angola: ENSA lança Fundo de Pensões Aberto “Vida Tranquila”

ENSA 2012: Fundo de Pensões "Vida Tranquila"A ENSA lançou o Fundo de Pensões Aberto ‘Vida Tranquila’, um produto de capitalização que tem como objectivo assegurar ao participante uma poupança ou um complemento de médio e longo prazo para benefício no período de reforma por velhice, invalidez ou morte do participante. A adesão ao fundo pode ainda garantir a constituição de uma poupança que permite ocorrer a contingências excepcionais ou ao financiamento da educação de pessoas dependentes.
A ENSA afirma ter procurado corresponder, ao lançar o seu fundo de pensões aberto, à necessidade de dar cobertura a profissionais liberais e empresários, que não dispõem actualmente de qualquer benefício da segurança social pública, bem como aos que já contando com benefícios no quadro da segurança social pretendam constituir um complemento de reforma. Um fundo de pensões aberto permite adesões individuais, as quais dependem apenas da aceitação da entidade gestora.
De acordo com a ENSA, a política de investimento traçada assegura, no mínimo, aos participantes no fundo, o retorno das contribuições efectuadas. A carteira do fundo deverá, segunda a seguradora, ser constituída maioritariamente por títulos do Banco Central, depósitos a prazo, obrigações de taxa fixa, fundos de investimento e investimento imobiliário. Ao longo do programa de capitalização os aderentes farão contribuições com carácter definido, a título periódico, podendo também efectuar contribuições extraordinárias.
O fundo de pensões aberto é representado pela unidade de participação, a unidade representativa do fundo e que evolui em função dos rendimentos obtidos pelo Fundo. Os participantes adquirem determinado número de unidades de participação. A valorização das unidades de participação traduz-se na valorização do património do participante.
Um Fundo dois planos
O Fundo de Pensões ‘Vida Tranquila’ compreende dois planos distintos: o Plano de Pensões ‘Futuro Garantido’ e o Plano de Pensões ‘Reforma Tranquila’.
O Plano de Pensões ‘Futuro Garantido’, dirigido aos pais e encarregados de educação que queiram assegurar a constituição de uma poupança e o financiamento da educação de filhos menores ou de dependentes ou ainda o financiamento de despesas no momento em que o beneficiário atinge a idade adulta. Assegura o pagamento de uma pensão ao beneficiário e o financiamento de despesas com educação. Este plano permite ainda resgatar o capital acumulado para fazer face ao financiamento de despesas de educação ou a despesas a incorrer na maioridade. O pagamento do benefício acumulado poderá ser feito sob duas formas: sob a forma de uma pensão temporária, pagável durante um número de anos previamente definido e correspondente ao capital calculado em função do número de unidades de participação a que o participante teria direito, ou sob a forma de uma percentagem do capital a que o participante tem direito no fim do prazo, sendo que o remanescente se faz corresponder a uma renda (pensão).
O Plano ‘Reforma Tranquila’ permite a constituição de uma poupança a usufruir no momento da reforma. O pagamento do benefício será feito no caso de reforma por limite de idade, aos sessenta anos, ou em caso de invalidez ou de morte. Em caso de reforma antecipada (aos 55 anos), doença grave do participante ou de qualquer beneficiário indicado no formulário de adesão, desemprego de longa duração poderá ser solicitado o reembolso até 50% do capital .
Adesão individual ou colectiva
A adesão ao fundo de pensões aberto da ENSA poderá ser individual ou colectiva. Na primeira, o participante individual adquire um determinado número de unidades de participação; a adesão colectiva ocorre quando a entidade patronal adquire unidades de participação a favor dos seus colaboradores.
O Fundo de Pensões Aberto ‘Vida Tranquila’ tem fixada uma contribuição mínima mENSAl equivalente a USD 30, mínima trimestral equivalente a USD 90, mínima semestral equivalente a USD 180 e mínima anual equivalente a USD 360. Estes os valores das contribuições periódicas, tendo o participante a opção de efectuar contribuições extraordinárias em qualquer momento de vigência do contrato.

via|o país

segunda-feira, dezembro 10, 2012

10 de Dezembro de 1956 – 10 de Dezembro de 2012: “… trabalhemos mais para o bem-estar dos angolanos”.

MPLA-ANGOLA

Neste ano, o Partido está a comemorar o seu 56º aniversário sob o lema: “Com o MPLA, trabalhemos mais para o bem-estar dos angolanos”.

A 10 de Dezembro de 2012, o MPLA assinala 56 anos da sua fundação.

Cinquenta e seis anos de luta, 56 anos de vitórias, durante os quais liderou a Luta Armada de Libertação Nacional, proclamou a Independência de Angola, conquistou a Paz e está empenhado na reconstrução e no desenvolvimento do país.

Para saudar a efeméride, várias actividades políticas, culturais, desportivas, patrióticas e jornadas comunitárias estão a ser realizadas em todo o país, sob o lema: “Com o MPLA, trabalhemos mais para o bem-estar dos angolanos”.

10 de Dezembro de 1956 – 10 de Dezembro de 2012.

Cinquenta e seis anos depois, o MPLA continua a merecer a confiança dos angolanos, para que o país possa crescer mais e distribuir melhor.

quinta-feira, novembro 29, 2012

Standard Bank 2012: "Angola é uma grande oportunidade de crescimento", Dominick Bruynseels

O Standard Bank quer ter 27 balcões em Angola até Junho de 2013. O presidente do banco para a África Ocidental, Dominick Bruynseels, destaca a importância geográfica do país, que «tem um perfil de crescimento muito grande nos próximos cinco anos».

Qual a importância de África na estratégia geral do Standard Bank?

É muito importante porque o Standard Bank África representa 20% da rentabilidade do grupo, mas estamos a pensar crescer significativamente nos próximos anos. Mudámos a nossa estratégia nos últimos 18 meses para focar os recursos neste continente. Consideramos África como a nossa casa em termos de sectores-chave, nomeadamente as áreas do petróleo e gás, minas e minerais, e noutras indústrias associadas. Temos uma vasta experiência neste domínios, que são fundamentais em Angola.

Qual será a vossa aposta no mercado angolano?

Temos 12 balcões até o momento, com 300 colaboradores, e estamos a pensar expandir até 27 a meio do próximo ano. Queremos ter pontos de caixas electrónicos ligados às agências; brevemente teremos o sistema de internet banking; e outra área importante para nós é o business banking – um sistema voltado para o comércio e para as MPME - Micro Pequenas e Médias Empresas –, além de outras técnicas que vão simplificar as concessões de crédito.

Qual é a relevância dos quatro países da região ocidental _– Angola, Congo, Gana e Nigéria – para o Standard Bank?

Angola ainda dá pouco rendimento, porque o nosso negócio aqui está a desenvolver-se. De momento estamos a investir em balcões e nos recursos humanos. Temos localmente como parceiro a seguradora AAA, que detém 49% das acções do Standard Bank de Angola, e estamos muito satisfeitos com esta colaboração. Penso que o balcão no edifício Lenin, recentemente inaugurado na sede da AAA, é um bom exemplo da parceria entre as nossas duas instituições. Isso permite-nos também uma movimentação mais rápida em termos de abertura de novas agências e, obviamente, dá-nos outro traquejo.

O que pode significar Angola para o Standard Bank?

Primeiramente pode representar uma grande oportunidade de crescimento para o grupo, pelo facto de ser um país que está a crescer de forma significativa. Mas queremos crescer sustentadamente e de acordo com os princípios de governação que o grupo Standard Bank segue, com as melhores práticas bancárias. O destaque vai para as minas e mineração, petróleo e gás, business banking e MPME.

Em que países o Standard Bank tem melhores resultados?

Penso que isso depende de diversos factores, o tempo em que o banco está implementado num país é um deles. A curto prazo gostaríamos de ser maiores e tirar maiores proventos na Nigéria. Temos também um negócio promissor em Angola, mas ao contrário da Nigéria, que tem 150 milhões de habitantes, a escala é menor. Mas Angola é um país atractivo.

O Standard Bank é uma instituição global, como tem sido o crescimento em Angola e internacional?

Começámos na África do Sul, em Port Elizabeth. Comemorámos a 15 de Novembro 150 anos de existência. Na génese do banco as pessoas não imaginavam que fossemos chegar a este patamar, quanto a Angola tenho esta mesma sensação. Começámos o nosso negócio projectando cerca de 27 balcões e estou convencido de que vamos encontrar um ambiente rentável, para repetir o sucesso que temos tido em África. A expectativa é que Angola seja um êxito dentro de 50 anos. No resto do continente estamos representados em 18 países. Mas também temos presença nas principais praças financeiras do mundo, como Londres, Reino Unido; em Pequim e Hong Kong, na China – especialmente devido ao ICBC (Industrial and Commercial Bank of China) que detém 20% do Standard Bank –; em São Paulo, no Brasil; no Dubai, Emirados Árabes Unidos; em Nova Iorque, nos EUA. Tudo para atrair os principais investidores ao continente africano.

Angola pode ser uma porta para o desenvolvimento na região Austral?

Angola pode certamente ser uma das portas para África por razões logísticas. É por isso que os responsáveis do país estão a reactivar os caminhos-de-ferro em quase todo território. É muito importante fazer com que as vias ferroviárias cheguem à República Democrática do Congo, ao Congo e aos outros países da região. Angola é, de facto, uma porta para o desenvolvimento na África Central.

O país pode já comparar-se com outros Estados africanos?

Tem um perfil muito grande de crescimento nos próximos cinco anos, mas com grande dependência das receitas petrolíferas. O mais importante para a criação de empregos é que a economia se diversifique. E aí entramos nós com o business banking, por ser um sistema que envolve investidores que podem aplicar de 1 a 100 milhões de dólares e fomentar a criação de empregos. Em relação aos outros países do continente, Angola tem um futuro saudável. Está politicamente estável, a economia cresce e foi anunciado recentemente o FSDEA - Fundo Soberano para o Desenvolvimento, de 5 mil milhões de dólares.

quarta-feira, novembro 28, 2012

Falar de Portugal, falar de Angola. Falar dos angolanos, falar dos portugueses.

Falar de Portugal, falar de Angola. Falar dos angolanos, falar dos portugueses. FALAR | CONVERSAR | DAR O PRÓPRIO PONTO DE VISTA.
Entre o falar ou não, o que conta mesmo é falar. Todos têm o direito de exprimir o próprio ponto de vista sobre tudo e sobre todos. Neste giro do fala-fala, o importante é ter conhecimento de causa, ter qualquer coisa para dizer, ter a intenção de partilhar um conhecimento, ou sentimento. FALAR, do latin "fābulari, conversar".

Portugal 2012: Privilegiados contra desesperados

terça-feira, novembro 27, 2012

Humanidade 2012: O maior crescimento econômico de todos os tempos

Humanidade 2012; O maior crescimento econômico de todos os tempos

CARÍSSIMOS, o mundo continua mudando e nós temos o honor de assistir, de viver e participar, no maior crescimento econômico de todos os tempos.

A BOA NOTÍCIA. Cresce o número de políticos com grande visão do presente e excelentes projectos para o futuro. Crescem os jovens empenhados seriamente (desinteressadamente) na política, consequentemente, cresce o número de famílias que hoje têm possibilidade econômica impensáveis alguns anos atrás.

A MÁ NOTÍCIA. Aumento da pobreza em alguns Estados que estão registrando as suas melhores performances no campo econômico. Hoje mais do que nunca se multiplicam os ricos e os pobres, aí onde o Estado desapareceu ou reina a corrupção. Ler o crescimento da México (dados estatísticos e reportagens), a sua história recente e as prospectivas para o futuro próximo nos ajuda a entender que nada é perdido para África e para os africanos.

O BEM ESTAR MEXICANO AMEAÇA AMÉRICA. O crescimento do bem estar mexicano e de outros países latino americanos, há muito considerados falidos e do terceiro mundo, se deve ao crescimento quantitativo e qualitativo das suas classes políticas e dirigentes. Os bons políticos continuam fazendo diferença. Homens e mulheres que se interessam profundamente, antes de tudo, pelo BEM ESTAR DO PRÓPRIO PAÍS, da própria gente, da própria nação.
Entre poucos anos, os USA terão que abater o muro que construíram para impedir a imigração mexicana, porque hoje o número de mexicanos que quer tonar pra casa é já superior aos que intendem entrar nos Estados Unidos. Quem sabe, entre poucos anos, veremos o fenômeno em senso oposto.

NADA É ETERNO!

KM

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