sábado, julho 30, 2005

ISTO É ANGOLA

ISTO É ANGOLA
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TERÇA-feira, 02 de AGOSTO,
a partir das 18 horas


“OS ESTADOS EM ÁFRICA”. na antiguidade. a interferência colonial europeia. na era das independências. o Futuro.,
A grande questão: quê Estado teríamos em África se não tivesse havido a conquista e ocupação colonial europeia?

Conferência do sociólogo Mário Clington

NO ISTO É ANGOLA
Local: CENTRO CULTURAL E RECREATIVO KILAMBA
Rua da Gaia – Rangel, por detrás da Cidadela Desportiva
Co-coordenação: Jorge Macedo
Arlindo ISABEL (contacto: +244 912 203 008)


O conferencista – Mário Alberto de Sousa e Almeida Clington, natural de Luanda, filho de Demósthenes de Almeida Clington e de Domingas Fernandes de Barros Van-Dúnem, é licenciado em sociologia em França. Nacionalista, pertenceu ao CAL – CLUBE Atlético de Luanda, onde pontificaram Desmósthenes de Almeida, seu pai, Aníbal de Melo, Américo Boavida, Rui Mingas, António e Rui Clington, seus irmãos, Saydi Mingas (Avelino Mingas), Adolfo João Pedro, Isodro Louro, Armando Fortes, e mais recentemente, Fernando da Piedade Dias dos Santos, Nandó, Henriques e Kassona, actuais governadores do Kwanza-Norte e Huambo, entre outros.

2 comentários:

doer disse...

Hello, just visited your blog, it's informative. I also have a Eay related web site. Please visit and hope that it's useful.

henrique_mota@sapo.pt disse...

PORQUE ISTO É ANGOLA, aqui vai o meu comentário. Em primeiro lugar é com enorme alegria que vejo nomes de irmãos meus na Net. Sobre o saudoso Demósthenes de Almeida, nunca me canso de o recordar. E não só! falam, do Isidro Louro “Fiambre” (que venceu as três primeiras Corridas de S. Silvestre em Luanda; do Armindo Fortes e do Aníbal de Melo, outros nomes grandes do "Escola", que um dia trocaram o "bem estar" de Luanda, pela luta de guerrilha contra o colonialismo português. Quando falarem em público, recordem os nomes dos "filhos do Escola" que passaram pelo Tarrafal (12) e dos que de armas na mão lutaram pela Libertação de Angola, muitos dos quais passaram pelas masmorras da PIDE (cerca de oitenta, nas duas situações). Uma Vez Atlético, Sempre Atlético - Um kandandu do Henrique Mota

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